
15 Visitas guiadas a Havana: rotas, duração e desvantagens
Encontrar um guia em Havana que fale inglês ou alemão é possível. O preço depende da recomendação e do tamanho do grupo, por isso combine o valor com antecedência. Muitos guias cobram por grupo e não por pessoa, e para um grupo de três ou quatro pessoas isso sai mais barato.
Abaixo estão 15 rotas em Havana e nos arredores: passeios turísticos, fortalezas, locais de Hemingway, Viñales e Cienfuegos. Para cada uma encontrará o que ver, quanto tempo reservar e onde poupar dinheiro. A primeira regra é simples: compre os bilhetes para os locais com entrada com antecedência. O Capitólio só admite visitantes em grupos com horário marcado, de terça a sábado, às 10:00, 11:00, 14:00 e 15:00 (em 09/2026, Infotur).
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1. Um passeio turístico por Havana de ponta a ponta
💡 Em resumo:
- Leve um guia por um dia inteiro: em seis horas percorre a Cidade Velha, o Prado e o Malecón.
- Combine um preço por grupo, não por pessoa, e fixe o valor antes de começar.
- Leve água e um boné: metade do percurso é ao sol.
- Preços e horários de funcionamento: 09/2026, verificados no portal oficial da Infotur.

A forma clássica de conhecer Havana num dia: um carro com motorista e um guia que sabe onde virar. De manhã percorre os bairros históricos, à tarde caminha pela Cidade Velha e ao anoitecer assiste ao pôr do sol no Malecón. Esta rota poupa energia e tempo.
O programa inclui habitualmente o Capitólio com a sua enorme cúpula, o Grande Teatro de Havana e o boulevard do Prado. O guia mostra tanto o lado polido como o lado cru da cidade: ao lado de mansões restauradas há casas sem telhado onde ainda vive gente. Sem guia, dificilmente distingue estes quarteirões.
A parte a pé é melhor planear em torno da Praça da Catedral e do parque florestal de Almendares.
- Rota: Cidade Velha, Prado, Malecón, Praça da Catedral, Almendares.
- Duração: cerca de seis horas, incluindo uma pausa.
- Para quem é: para uma primeira viagem, quando se quer ter uma visão geral da cidade.
- Não é para: quem não está disposto a caminhar com calor.
- O senão: o sol do meio-dia, peça ao guia para planear a rota de modo a estar à sombra a meio do dia.
2. A história da Havana colonial numa só caminhada
© Gabriel Rodríguez · CC BY-SAFoto: Gabriel Rodríguez, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0), Wikimedia CommonsVale a pena fazer um passeio a pé pelos bairros antigos se quiser compreender a lógica da cidade. Cuba era a chave do Novo Mundo: a prata e o ouro da coroa espanhola passavam por Havana. O guia mostrará como este estatuto se reflete na arquitetura.
O final do século XIX transformou Havana num centro da luta pela independência, e o século XX ligou-a aos nomes de Fidel Castro e Che Guevara. Aqui a história lê-se pelas fachadas: vê-se tanto mansões coloniais como edifícios do período socialista.
A Catedral de São Cristóvão merece atenção especial: uma fachada barroca do século XVIII com colunas e duas torres sineiras assimétricas. Nas proximidades verá mansões que os aristocratas espanhóis mandaram construir para si.
- Rota: bairros antigos, Praça da Catedral, Catedral de São Cristóvão.
- Duração: um passeio a pé de meio dia.
- Preço: os guias cobram por grupo, confirme o valor e a moeda de pagamento antes de o passeio começar.
- Para quem é: para quem se interessa por história, não apenas pela praia.
- O senão: as ruas são irregulares, vai precisar de sapatos fechados.
3. De Varadero a Havana via Matanzas
© Nord794ub · CC BY-SAFoto: Nord794ub, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsSe ficar em Varadero, faz sentido ir a Havana com uma paragem em Matanzas. A cidade ergue-se nas margens de dois rios ligados por cinco pontes e é quase tão colorida como a capital.
A partir daí a rota continua pelas praças e bairros de Havana. O guia mostra a fonte antiga, a catedral, o edifício do Ministério do Interior com o retrato de Che Guevara e as fortificações. Sem carro não consegue cobrir todos estes pontos num só dia.
A viagem demora mais de duas horas, por isso parta de manhã. Segundo o horário dos autocarros Viazul, há serviços diários de Varadero para Havana (em 09/2026, Viazul). Para um grupo, um transfer privado com recolha no hotel é mais cómodo.
- Rota: Varadero, Matanzas, Havana.
- Duração: um dia inteiro, incluindo as deslocações.
- Para quem é: para quem está de férias no resort e quer conhecer a capital.
- O senão: muito tempo na estrada, passará menos horas em Havana do que parece.
4. Apaixonar-se por Havana em quatro horas

Um curto passeio a pé para quem tem apenas um dia livre em Havana. Em meio dia, percorre o centro histórico e começa a distinguir os estilos barroco e neoclássico locais.
O percurso gira em torno de quatro praças: Plaza de Armas, Plaza de la Catedral, Plaza de San Francisco e Plaza Vieja. Cada praça tem o seu próprio carácter e a sua própria história, que o guia partilha ao longo do caminho.
Carros antigos coloridos circulam constantemente pelas ruas, e isso faz parte da atmosfera local. Durante uma pausa, entra em bares com ambiente e em hotéis da Cidade Velha, onde pode descansar à sombra.
- Percurso: quatro praças históricas da Havana Velha.
- Duração: quatro horas a pé.
- Para quem é: para quem tem apenas um dia em Havana.
- O senão: vai caminhar sobre calçada de pedra e quase sem sombra.
5. Nos passos de Hemingway: do Ambos Mundos à Finca Vigía
© Marcello Curto · CC BYFoto: Marcello Curto, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0), Wikimedia CommonsHemingway viveu em Cuba mais de vinte anos e foi aqui que escreveu O Velho e o Mar. O percurso pelos seus lugares começa no hotel Ambos Mundos, no centro da Havana Velha. No quinto andar, o quarto onde o escritor viveu foi preservado e transformado num pequeno museu.
De seguida, o grupo passa pelos bares onde Hemingway costumava parar para beber daiquiris. No El Floridita e na La Bodeguita del Medio pode ver fotografias de arquivo com autógrafos, e junto ao balcão de um dos estabelecimentos ergue-se uma estátua de bronze do escritor em tamanho real.
A paragem final do percurso é a quinta Finca Vigía, no subúrbio de San Francisco de Paula. Uma casa térrea de pedra está rodeada por um parque com árvores altas e, no interior, conservam-se os móveis da época em que o escritor lá viveu. Vai ver estantes de livros, roupa, troféus de caça e o barco Pilar, que permanece atracado no jardim.
Consulte com antecedência as opções de visitas temáticas: tours de Hemingway na GetYourGuide.
- Percurso: Ambos Mundos, El Floridita, La Bodeguita del Medio, Finca Vigía.
- Duração: cerca de seis horas, incluindo o trajeto até ao subúrbio.
- Para quem é: para quem leu Hemingway ou gosta de lugares literários.
- O senão: a Finca Vigía fica num subúrbio, por isso vai passar parte do dia dentro de um carro.
6. Um tour personalizado pela Havana fora dos circuitos turísticos
IAImagem ilustrativa gerada por IAEste percurso mostra Havana sem as vistas de postal. A duas ruas do centro começa a vida quotidiana: mercados, salões de beleza, lojas religiosas e filas à porta das mercearias.
O guia leva-o a passar pela fábrica de tabaco Partagás e fala-lhe da tríade cubana: tabaco, rum e café. Depois, vira uma esquina e vê casas meio em ruínas ao lado de mansões restauradas. Aqui, o contraste é mais forte do que no centro.
Pode interromper a parte a pé com um passeio de carro antigo ao longo do Malecón. As ondas embatem no paredão e salpicam os carros, o que lhe garante uma dose extra de emoções.
- Percurso: bairros fora dos circuitos turísticos, a fábrica de tabaco Partagás, o Malecón.
- Duração: cerca de duas horas a pé, mais um passeio de carro.
- Para quem é: para quem já viu o centro e quer perceber como a cidade vive realmente.
- O senão: o percurso passa por bairros pobres, por isso não deve fotografar as pessoas sem autorização.
7. Las Terrazas e o vale de Viñales
© Rob Oo from NL · CC BYFoto: Rob Oo from NL, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsFora de Havana, a paisagem muda: em vez de ruas, surgem colinas mogote, plantações de tabaco e grutas cársicas. Las Terrazas fica na província de Artemisa e Viñales, na província de Pinar del Río. Este itinerário é ideal para um dia longe da cidade.
Na povoação de Las Terrazas, encontra um vale com encostas íngremes cobertas de floresta densa. O ponto central do programa é o lago San Juan, com clareiras de plantações exóticas. À sua volta foram plantados milhões de cedros, tecas, mognos e almacigos.
A partir do lago, há trilhos que conduzem a uma cascata e a um miradouro. Pelo caminho, pode dar um passeio de barco, visitar uma galeria de artistas locais e tomar café no Café María. Alguns circuitos incluem uma visita a um rancho com almoço.
- Itinerário: Viñales, Las Terrazas, lago San Juan.
- Duração: um dia inteiro, incluindo as deslocações.
- Para quem é: para quem quer ver natureza, não cidade.
- O senão: é uma viagem longa e passa-se a maior parte do dia no carro.
8. Havana com sabor a rum, charutos, café e salsa
© Antonio Schubert from Rio de Janeiro, Brasil · CC BY-SAFoto: Antonio Schubert from Rio de Janeiro, Brasil, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0), Wikimedia CommonsEste itinerário é para quem veio pelos sabores. O centro do percurso é a rua Obispo, a artéria principal da cidade antiga, com museus, lojas de recordações, cafetarias e bares.
Na fábrica de charutos, vê-se como se enrolam os charutos cubanos, da folha à marca acabada. Seguem-se as provas: rum, café e, claro, um daiquiri no bar onde se prepara há décadas.
À noite, vale a pena ficar para os espetáculos de dança em bares e tabernas. Aqui, a salsa não soa a coisa para turistas; faz parte do dia a dia, e sente-se isso rapidamente.
- Itinerário: rua Obispo, fábrica de charutos, bares da cidade antiga.
- Duração: meio dia, sem o programa noturno.
- Para quem é: para quem quer provar rum e charutos, não apenas vê-los.
- O senão: as provas não estão incluídas no preço com todos os guias, por isso convém confirmar com antecedência.
9. Arte de rua cubana: Jaimanitas e Callejón de Hamel
© Yoeztudioz · CC BY-SAFoto: Yoeztudioz, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsEm Havana, as fachadas e os muros transformaram-se há muito numa galeria. O bairro de Jaimanitas foi pintado pelo artista José Fuster: mosaicos cobrem paredes, telhados, portas, bancos e até paragens de autocarro.
Entre as imagens, encontram-se sereias, galos, crocodilos, flores e heróis da revolução. Cada composição conta a sua própria história, por isso, sem guia, é fácil perder metade dos símbolos.
A segunda paragem do itinerário é o Callejón de Hamel, uma rua com murais e motivos afro-cubanos. Aos domingos, tocam-se tambores e dança-se aqui, pelo que se assiste a uma atuação ao vivo.
- Itinerário: Jaimanitas, Callejón de Hamel.
- Duração: cerca de seis horas, incluindo as transferências.
- Para quem é: para quem gosta de arte contemporânea e fotografia.
- O senão: ruas estreitas e pouca sombra, por isso convém levar água.
10. Havana: imersão total

Este formato é para quem não quer correr de paragem em paragem, mas sim compreender a cidade. Ao longo de um dia, percorrem-se o Gran Teatro, o Capitólio, conjuntos palacianos e hotéis antigos que recordam outra época.
O percurso passa por avenidas pedonais, frentes marítimas, praças e zonas verdes. Vê-se tanto o centro grandioso como as ruas secundárias, onde as fachadas se desmoronam mesmo por cima do passeio.
Ao fim da tarde, o grupo segue para o bairro de Miramar, ao longo do oceano. Aqui ficam embaixadas, escritórios de organizações internacionais e villas privadas, e a avenida principal é abundante em árvores altas. Dificilmente chegará aqui por conta própria se a sua visita for curta.
- Itinerário: Gran Teatro, Capitólio, centro antigo, Miramar.
- Duração: seis horas.
- Para quem é: para quem quer ver tanto o centro como os bairros elegantes.
- O senão: o programa é intenso e, à noite, as pernas ressentem-se.
11. As antigas fortalezas de Havana

A baía de Havana era defendida por quatro fortalezas, e é possível visitar as quatro numa só saída. Os espanhóis investiram somas enormes nestas muralhas, porque pelo porto passava o ouro das Américas.
O programa inclui El Morro, La Fuerza, La Cabaña e La Punta. Muralhas espessas, seteiras estreitas, torres de canto e peças de artilharia transmitem a sensação de outra época. Hoje, quase todos os fortes funcionam como museus e recebem visitantes.
El Morro e La Cabaña fazem parte do Parque Histórico Militar Morro-Cabaña, onde se dispara um canhão ao fim do dia (segundo a Lonely Planet). A cerimónia noturna vale a pena se ficar em Havana vários dias.
Quer ir com guia: visitas às fortalezas de Havana na GetYourGuide.
- Itinerário: El Morro, La Fuerza, La Cabaña, La Punta.
- Duração: meio dia.
- Para quem é: para quem gosta de fortificações e de vistas sobre a baía.
- O senão: é preciso conduzir entre os fortes; todo o percurso não se faz a pé.
12. A religiosidade cubana
© RG72 · CC BY-SAFoto: RG72, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsA maioria dos cubanos combina o catolicismo com a santería africana. Para um turista, isto traduz-se em danças rituais ao som de tambores e altares montados em plenos pátios.
O percurso começa no parque Almendares, onde trepadeiras e hera envolvem densamente os troncos das árvores. Um rio atravessa o parque e nas suas margens realizam-se rituais, pelo que se encontram vestígios de oferendas: penas, ossos, moedas.
De seguida, o grupo dirige-se ao Callejón de Hamel, um pequeno centro do folclore afro-cubano. Aos domingos, atuam aqui músicos e dançarinos, e as fachadas das casas estão decoradas com murais de citações religiosas. O percurso termina em Regla, na igreja de Nuestra Señora de Regla, dedicada à padroeira do mar.
- Itinerário: Almendares, Callejón de Hamel, Regla.
- Duração: meio dia.
- Para quem é: para quem quer ver rituais, não apenas igrejas.
- O senão: o parque é húmido, por isso convém levar repelente de mosquitos.
13. O Malecón ao pôr do sol
© Antonio Schubert from Rio de Janeiro, Brasil · CC BY-SAFoto: Antonio Schubert from Rio de Janeiro, Brasil, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0), Wikimedia CommonsO Malecón começa na fortaleza de San Salvador de la Punta e estende-se ao longo da baía por sete quilómetros. É simultaneamente uma via para automóveis e um estreito caminho pedonal mesmo junto ao quebra-mar.
Os locais chamam ao quebra-mar o banco mais comprido de Havana: à tarde, centenas de pessoas sentam-se nele. Durante o dia é soalheiro e aberto; ao pôr do sol a cidade muda de cor; e à noite a frente marítima ganha vida.
Em termos arquitetónicos, vê-se o edifício alto do Hospital Nacional e o lendário Hotel Nacional de Cuba. Ao longo da frente marítima, esculturas recordam as batalhas pela independência. Pode terminar o passeio num dos bares com cocktails cubanos.
- Itinerário: Malecón, a partir da fortaleza de San Salvador de la Punta.
- Duração: quatro horas, incluindo paragens.
- Para quem é: para quem quer ver o pôr do sol e a vida noturna da cidade.
- O senão: há muito vento junto ao quebra-mar e, com tempestade, os salpicos chegam à estrada.
14. Havana à noite e ritmos caribenhos intensos
© Knomrm · CC BY-SAFoto: Knomrm, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsDepois das dez da noite, Havana mostra outro lado. Abrem-se bares e discotecas, a salsa enche as ruas e os guias conduzem grupos pelos bairros iluminados.
O percurso noturno passa pela Plaza Vieja, pelas ruas Teniente Rey, O'Reilly e Mercaderes, pela Plaza de San Francisco e, depois, pelos bairros de Vedado e Miramar. Pelo caminho, vê-se casas senhoriais restauradas com fachadas coloridas e ouve-se música ao vivo mesmo das janelas.
Nos bares, são servidos mojitos e petiscos cubanos, e o guia indica onde há espetáculos todas as noites. O passeio noturno é mais curto do que o diurno, mas cansa mais do que parece.
- Itinerário: Plaza Vieja, Teniente Rey, O'Reilly, Mercaderes, Vedado, Miramar.
- Duração: um passeio noturno de cerca de quatro horas.
- Para quem é: para quem quer ouvir salsa ao vivo.
- O senão: é melhor sair às ruas à noite com um guia, não sozinho.
15. Cienfuegos e a cascata de El Nicho
© kuhnmi · CC BYFoto: kuhnmi, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsCienfuegos foi fundada por colonos franceses, e isso nota-se na arquitetura. A cidade na costa sul é considerada uma das mais arrumadas de Cuba, e uma viagem até aqui combina um centro colonial com natureza.
A praça principal da cidade, a Plaza Martí: um parque com uma rotunda e um arco triunfal, rodeado de palácios com colunas, arcos, trabalhos em estuque e varandas. Vale também a pena ver o Palacio de Valle, de estilo mourisco-gótico; a sua fachada destaca-se pelas colunas esculpidas e pelos delicados detalhes ornamentais.
A partir daí, a rota segue para o parque de El Nicho, nas encostas das montanhas. Trilhos conduzem por vegetação tropical até uma cascata com cerca de dez metros de altura, e nas proximidades há restaurantes de estilo ranch que servem comida cubana. Pode nadar-se junto à cascata, mas a água é fria mesmo com o calor.
- Rota: Plaza Martí, Palacio de Valle, parque de El Nicho.
- Duração: um dia inteiro, incluindo as deslocações.
- Para quem é: para quem quer acrescentar natureza e uma segunda cidade à sua viagem a Havana.
- O senão: o trajeto só de ida leva várias horas, por isso é preciso sair cedo.
Passeios e bilhetes em Havana
Visitas guiadas, bilhetes sem fila e atividades — a maioria pode ser cancelada gratuitamente.
Ver ofertas em GetYourGuideO widget é carregado após o seu consentimento.
⁉️🤔 Perguntas frequentes
Quanto custa um tour por Havana com um guia que fale inglês ou alemão?
Os guias em Havana apresentam um preço por grupo, não por pessoa. O custo depende da duração, do transporte e do idioma: um walking tour de meio dia é mais barato do que uma excursão a Viñales ou a Cienfuegos. Antes de reservar, pergunte se as entradas nas fortalezas, as provas e o almoço estão incluídos. Fixe o preço antes de o tour começar e confirme a moeda do pagamento.
É possível encontrar um guia no local em vez de reservar com antecedência?
Sim, na Havana Velha e no Malecón os guias abordam os visitantes por iniciativa própria. Mas reservar com antecedência garante uma rota clara, um preço fixo e um guia que fala inglês ou alemão. No local, é fácil acabar num grupo que fala o idioma errado ou pagar a mais por uma experiência «VIP». Se a visita for curta, reserve com antecedência.
Onde se compram os bilhetes para o Capitólio e para as fortalezas?
Os bilhetes de entrada são vendidos no local, mas é melhor verificar os horários das visitas com antecedência. O Capitólio admite visitantes em grupos com horário marcado (em 09/2026, Infotur). El Morro e La Cabaña visitam-se com o bilhete do parque histórico; ao fim do dia, disparam lá o canhão.
O que levar para um dia em Viñales ou em El Nicho?
Leve água, um boné, calçado confortável e dinheiro. Há poucos multibancos nas reservas naturais e os cartões não são aceites em todo o lado. Um fato de banho dá jeito na cascata e no lago San Juan. Não são precisas roupas quentes: faz calor durante o dia, e as noites em Havana também são quentes.
É perigoso passear por Jaimanitas e por bairros pouco turísticos?
A zona de Jaimanitas e as ruas em torno do Callejón de Hamel são calmas durante o dia; verá por lá muitos turistas com máquinas fotográficas. Ande com um guia, em grupo, não exiba os seus equipamentos e não se meta em becos sem saída depois de escurecer. Reserve o táxi de regresso através do hotel.
Em resumo: o que vale a pena reservar
- Se tem um dia: faça um tour panorâmico pela cidade; abrange a Havana Velha, o Prado e o Malecón.
- Se quer natureza: reserve um dia à parte para Viñales ou El Nicho; o trajeto consome metade do tempo.
- Se veio pela história: escolha um passeio pela Havana colonial e pelas fortalezas.
- Se fica em Varadero: não tente encaixar Havana em meio dia; reserve um dia inteiro com uma paragem em Matanzas.
Compare rotas e reserve um guia com antecedência: tours por Havana na GetYourGuide.


