
Hotel em Amesterdão 2026: 4 zonas e o que escolher
Amesterdão é pequena, mas a escolha do bairro decide metade da viagem. O bairro determina quanto tempo se leva a chegar aos museus, o ruído sob as janelas e o preço por noite. Analisámos quatro bairros onde vale a pena reservar hotel em 2026, do centro movimentado ao tranquilo Jordaan.
Os preços, horários e distâncias são de setembro de 2026 e foram verificados nos sites oficiais dos museus.
Publicidade: este artigo contém links de afiliados, recebemos uma comissão se reservar através deles, sem custos adicionais para si.
Melhores bairros de Amesterdão: uma visão rápida
Se precisa de decidir depressa, comece pelo carácter do bairro, não pelo nome do hotel.
💡 Em resumo:
- Escolha o Centrum para os museus, a Praça Dam e uma primeira visita à cidade.
- De Pijp funciona bem para o mercado Albert Cuyp e jantares em bares.
- Jordaan supera o centro pela tranquilidade, pelos canais e pelas casas antigas.
- Opte por Oud-West para um ambiente jovem e o Vondelpark.
Compare os bairros antes de reservar hotel.
Bairro | Para quem é | Ponto forte | Nível de preços |
|---|---|---|---|
Centrum | primeira visita, museus | tudo a distância a pé, estação Amsterdam Centraal por perto | alto |
De Pijp | comida e mercados | mercado Albert Cuyp, muitos bares | médio |
Jordaan | tranquilidade e canais | canais, galerias, menos turistas | acima da média |
Oud-West | grupo jovem | Vondelpark, bares e discotecas | médio |
1. Centrum: prático para uma primeira visita
O Centrum abrange o núcleo histórico de Amesterdão. Aqui fica-se a distância a pé dos principais museus e da Praça Dam. Em contrapartida, paga-se um preço alto por noite e ouve-se o ruído da rua sob as janelas.

A entrada no Rijksmuseum custa 25 €, e os visitantes com menos de 19 anos entram gratuitamente (em 09/2026, site oficial). O museu está aberto todos os dias das 9:00 às 17:00, e as horas da manhã são as mais calmas. O Museu Van Gogh cobra 25 € pelo bilhete de adulto, e a entrada funciona apenas por marcação de horário (em 09/2026, site oficial). Vá numa terça-feira de manhã, porque ao meio-dia as galerias de Van Gogh já estão cheias.
© kevinmcgill from Den Bosch, Netherlands · CC BY-SAFoto: kevinmcgill from Den Bosch, Netherlands, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0), Wikimedia CommonsA Casa de Anne Frank custa 16,50 €, mas os bilhetes são vendidos apenas online e as janelas de venda abrem às terças-feiras (em 09/2026, site oficial). Coloque esta visita em primeiro lugar na lista, caso contrário pode não conseguir bilhete, e o cinturão de canais da cidade está na lista do Património Mundial da UNESCO.
Nas proximidades ficam a Praça Dam, o Palácio Real e o Bairro Vermelho. As lojas e restaurantes ficam abertos até tarde, e nas «Nove Ruas» encontra boutiques e pequenos cafés para qualquer orçamento. Um dia tranquilo chega para conhecer o centro sem museus.
Chegar aqui é fácil. Os elétricos e as bicicletas cobrem todo o centro, e a principal estação Amsterdam Centraal fica mesmo ao lado dos canais. Do aeroporto de Schiphol pode apanhar um comboio direto, por isso o centro também é prático para uma escapadinha de fim de semana. Uma rua curta e reta vai da estação até à Praça Dam, e o elétrico leva-o aos museus em duas paragens (no mapa).
Os hotéis deste bairro esgotam primeiro, por isso é melhor comparar datas disponíveis com antecedência: preços de hotéis no Centrum na Trip.com.
Hotéis no Centrum
© Jorge Royan · CC BY-SAFoto: Jorge Royan, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0), Wikimedia CommonsO Hotel TwentySeven ocupa um edifício histórico no coração da cidade. Os quartos dão para a Praça Dam, e o restaurante do hotel tem uma estrela Michelin, por isso não precisa de procurar onde jantar na cidade. Consulte os preços no Hotel TwentySeven na Trip.com.
O Kimpton De Witt fica a dois minutos a pé da estação e é ideal para quem quer explorar o centro a pé e chegar do aeroporto sem táxi. Os quartos são modernos, e o hotel tem um centro de fitness.
O Grand Hotel Krasnapolsky funciona desde o século XIX e fica mesmo na Praça Dam. Os quartos são espaçosos, e o hotel tem spa e vários restaurantes.
2. De Pijp: mercado, comida e bares
De Pijp fica a sul do centro e vive do seu mercado, dos cafés e dos bares noturnos. O bairro é indicado para quem vem pela comida e pelo ambiente, e não pelos museus. O ritmo jovem aqui prolonga-se até tarde da noite.

O bairro é compacto, por isso pode percorrê-lo numa só noite. Comece pelo mercado e termine com um jantar num dos bares das ruas em volta.
A principal atração da zona, o Albert Cuyp Markt, está aberto de segunda a sábado, das 9h30 às 17h00, e fecha ao domingo (dados de 09/2026, site oficial). Nas bancas encontra queijo, arenque, stroopwafels frescos e flores a preços abaixo dos das zonas centrais, razão pela qual o mercado entra muitas vezes no programa do primeiro dia.
O mercado dita o ritmo de todo o quarteirão. Dezenas de restaurantes funcionam em seu redor, da cozinha holandesa à asiática e do Médio Oriente, e um jantar para dois aqui custa menos do que no Centrum. O hábito é pedir em bancas diferentes, pelo que a refeição se divide em vários pratinhos.
À noite, a zona passa para os bares e pequenos palcos. Os cafés ao longo das ruas ficam muito próximos uns dos outros, por isso convém procurar uma mesa tranquila antes das 18h00, enquanto os bares com música mantêm as portas abertas até tarde. Da Dam Square ao Albert Cuyp Markt caminha-se em cerca de meia hora (segundo o mapa).
As datas de hotel em De Pijp esgotam depressa na época alta, por isso é melhor verificar os preços com antecedência: ver opções em De Pijp.
Hotéis em De Pijp
O Sir Albert Hotel apresenta uma coleção de arte contemporânea nos seus interiores. Os quartos são amplos e o rooftop tem um bar com vista sobre a cidade. Preços do Sir Albert Hotel na Trip.com.
O Hotel Okura Amsterdam é um cinco estrelas nas margens do rio Amstel. Os quartos têm decoração de estilo japonês e o hotel conta com restaurantes com estrela Michelin, incluindo o Yamazato. Há também uma piscina interior.
O Conscious Hotel The Tire Station funciona segundo padrões ecológicos e tem o seu próprio restaurante biológico. Este hotel é indicado para quem não procura luxo, mas sim um preço sensato no coração do bairro.
3. Jordaan: canais e ruas tranquilas
Jordaan esconde-se a oeste do centro e parece um postal. Ruas estreitas, canais e casas antigas impõem um ritmo mais calmo do que o vizinho Centrum. Aqui sente-se como um local, e não como um turista.
© Ben Bender · CC BY-SAFoto: Ben Bender, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0), Wikimedia CommonsJordaan começa logo atrás dos canais centrais, por isso chega-se aqui a pé desde a estação num curto passeio. Percorrer as suas ruas raramente leva mais de uma hora.

Tecnicamente, Jordaan faz parte do centro, mas o ambiente é mais tranquilo. Galerias, pequenas boutiques e coffee shops alinham-se ao longo dos canais e, à noite, muitos bares têm música ao vivo. O bairro é apreciado pela conversa, pelos concertos e pelas vistas da água a partir das janelas.
Dois dos pontos mais conhecidos da cidade ficam perto: a Casa de Anne Frank e a igreja Westerkerk. Um curto passeio ao longo dos canais leva a ambos, por isso um hotel em Jordaan poupa tempo de deslocação de manhã.
Os hotéis em Jordaan esgotam rapidamente porque o bairro é pequeno: compare preços em Jordaan.
Hotéis em Jordaan
© Nan Palmero from San Antonio, TX, USA · CC BYFoto: Nan Palmero from San Antonio, TX, USA, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsO Canal House ocupa uma casa de canal restaurada do século XVII. Os quartos estão mobilados com antiguidades, o bar serve cocktails e o restaurante propõe cozinha franco-mediterrânica. Preços do Canal House no Trip.com.
O Hotel Mercier tem um design contemporâneo, com esplanada e um restaurante francês. Os quartos situam-se ao nível do conforto.
O Pulitzer Amsterdam ocupa um quarteirão inteiro de casas de canal ligadas entre si, dos séculos XVII e XVIII (em 09/2026, site oficial). Cinco estrelas, quartos com antiguidades e arte, vários restaurantes, incluindo o Jansz, com cozinha neerlandesa.
4. Oud-West: um bairro jovem junto ao Vondelpark
O Oud-West fica a oeste do centro e tem reputação de bairro jovem e criativo. Aqui encontra lojas de vintage, galerias e bares onde a vida só acalma de manhã. O bairro atrai quem quer viver perto do centro, mas não dentro dele.
© Øyvind Holmstad · CC BY-SAFoto: Øyvind Holmstad, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsO principal espaço verde do bairro, o Vondelpark, fica a poucos minutos das ruas do Oud-West. Aqui pode correr pelos caminhos, observar as pessoas ou fazer um piquenique na relva. O parque está aberto a qualquer hora e não tem entrada paga, e no verão o palco recebe concertos gratuitos.
Outro motivo para escolher o bairro é o centro cultural De Hallen. Abriu numa antiga garagem de elétricos em 2014 (em 09/2026, site oficial). Lá dentro encontra o mercado gastronómico Foodhallen, um pequeno cinema, uma biblioteca e lojas de design. A entrada é gratuita, por isso basta escolher uma mesa e pedir comida nas diferentes bancas.
À noite, o Oud-West passa para os bares e clubes. Muitos espaços têm música ao vivo, por isso há sempre algo a acontecer depois do pôr do sol, enquanto durante o dia o bairro vive de cafés e lojas de vintage. Um elétrico liga o centro ao Oud-West, e de bicicleta chega lá mais depressa (segundo o mapa).
Os hotéis no Oud-West custam menos do que os do centro, mas a procura é alta na época: preços de hotéis no Oud-West no Trip.com.
Hotéis no Oud-West
O Hotel De Hallen fica numa antiga garagem de elétricos e mantém um design moderno. Os quartos são confortáveis, e o hotel tem um bar e um restaurante de cozinha local. É prático para quem quer ficar perto do De Hallen e do Foodhallen. Quartos no Hotel De Hallen.
O Conscious Hotel The Alfred segue padrões ecológicos e fica junto ao Vondelpark. Os quartos são luminosos, e o terraço no topo tem vista sobre a cidade.
Quando ir e quanto custa uma noite
Amesterdão recebe visitantes durante todo o ano, mas os preços variam muito. O pico chega em abril e maio, quando florescem as tulipas, e também em julho e agosto. Nestes meses, um hotel no Centrum custa bastante mais, e os quartos disponíveis esgotam-se semanas antes.
A época baixa, de outubro a março, dá a mesma experiência por menos dinheiro. No inverno, os museus, os canais e os mercados estão abertos, e há menos turistas nas ruas. Chove nos Países Baixos em qualquer estação, por isso leve um casaco com capuz e sapatos confortáveis.
Na prática, isto significa poupar na estadia e passar menos tempo nas filas. Os preços também variam de bairro para bairro. O Centrum ocupa a faixa mais alta, o Jordaan fica um pouco abaixo, e o De Pijp e o Oud-West situam-se no nível intermédio. Num hostel paga por uma cama; num hotel boutique paga por um quarto e pequeno-almoço.
Como chegar do aeroporto e circular pela cidade
Um comboio liga o aeroporto de Schiphol ao centro, e é o percurso mais simples. O comboio chega à estação Amsterdam Centraal, de onde pode caminhar até aos hotéis do Centrum em poucos minutos. Os bilhetes vendem-se nas máquinas da estação; consulte o horário com a operadora NS.
Dentro da cidade circulam elétricos, metro, autocarros e ferries. O elétrico cobre o centro, enquanto a bicicleta dá total liberdade e custa menos do que um táxi. O bilhete de uma viagem compra-se ao motorista ou na aplicação da operadora GVB.
Entre bairros, pode caminhar facilmente. O Centrum e o Jordaan ficam um ao lado do outro, e do Centrum ao De Pijp vai-se a pé em meia hora em linha reta. O Oud-West fica a poucos minutos do Vondelpark, e de qualquer bairro há um elétrico ou metro até à estação Amsterdam Centraal.
⁉️🤔 Perguntas frequentes
Onde ficar em Amesterdão para ter tudo por perto?
O Centrum é a melhor opção para uma primeira visita. Fica a poucos passos da Praça Dam, da Casa de Anne Frank e dos principais museus. A estação Amsterdam Centraal é perto, por isso a viagem desde o aeroporto de Schiphol leva o mínimo de tempo. O senão também está lá: é o bairro mais movimentado e mais caro da cidade.
Quais bairros de Amesterdão são os mais populares?
Quatro bairros lideram entre os turistas: Centrum, De Pijp, Jordaan e Oud-West. O Centrum é escolhido pela localização, o De Pijp pelo mercado Albert Cuyp e pelos bares, o Jordaan pelos canais e pela tranquilidade, o Oud-West pelo ambiente jovem e pelo Vondelpark. Diferem entre si no preço por noite e no nível de ruído.
Onde ficar em Amesterdão com crianças?
As famílias vão gostar do Oud-West e do Centrum. O Oud-West ganha pelas ruas calmas e pelo Vondelpark ali perto. O Centrum é prático porque todos os pontos da cidade ficam a uma caminhada, e as deslocações pela cidade reduzem-se ao mínimo. Em ambos os bairros encontra quartos familiares.
Há bairros de Amesterdão a evitar?
Amesterdão é considerada uma cidade segura, mas as grandes cidades têm sempre bairros de níveis diferentes. O Bijlmer e o Slotervaart eram considerados menos calmos, embora a situação lá tenha melhorado nos últimos anos. À noite, fique por ruas bem iluminadas e não deixe os seus pertences sem vigilância.
Quanto custa uma noite num hotel em Amesterdão?
O preço depende do bairro e da estação. O mais caro é o Centrum, onde se concentram os hotéis perto da Praça Dam. Paga menos no De Pijp e no Oud-West, sobretudo durante a semana fora das férias escolares. Consulte os valores exatos para as suas datas no Trip.com; mudam todas as semanas.
Encontrar hotéis em Amsterdam
Compare preços de vários portais e filtre quartos com cancelamento gratuito.
Comparar preços em Trip.comEm resumo: o que reservar
Para uma viagem a Amesterdão, a escolha do bairro importa mais do que o próprio hotel.
- Se é a primeira viagem: reserve um hotel no Centrum.
- Se gosta de jantares e mercados: escolha um hotel no De Pijp.
- Se procura tranquilidade: o Jordaan é a sua opção.
- Se viaja em grupo: escolha o Oud-West.
Encontre um hotel para as suas datas no Trip.com e confirme o bairro na nossa visão geral acima.


