
O que ver em Paris: 30 lugares principais com bilhetes e horários
Paris parece compacta apenas no mapa. Na realidade, entre a Torre Eiffel, o Louvre e Versalhes perde-se meio dia em cada paragem, e a fila para os bilhetes consome a manhã inteira. Reunimos 30 lugares que acabam mais frequentemente num itinerário de primeira viagem e organizámo-los por arrondissement, horários de abertura e forma de chegar. Assim, percebe de imediato o que consegue encaixar em três dias e o que é melhor deixar para uma segunda viagem.
A maioria dos pontos de interesse fica no centro, a poucos quilómetros uns dos outros, e é fácil combiná-los em blocos a pé. Versalhes e a Disneyland ficam fora da cidade antiga e exigem um dia à parte. Para os museus mais populares, recomenda-se reservar um bilhete com hora marcada: caso contrário, arrisca-se a esperar mais de uma hora na fila.
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1. Arco do Triunfo
💡 Em resumo:
- Os principais símbolos de Paris: o Arco do Triunfo, Notre-Dame, a Torre Eiffel e Montmartre.
- Museus e bilhetes com reserva online: o Louvre, Orsay, Rodin, o Panteão, Versalhes.
- No centro é possível visitar vários pontos de interesse num só dia; Versalhes e a Disneyland exigem uma viagem à parte.
- Preços e horários: em 09/2026, verificados no site oficial do Louvre.
© ZeusUpsistos · CC BY-SAFoto: ZeusUpsistos, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsO Arco do Triunfo ergue-se no centro da Place Charles de Gaulle, onde convergem doze avenidas. Napoleão lançou a primeira pedra no seu aniversário, mas nunca viu o monumento terminado: a construção arrastou-se durante décadas.
Páginas marcantes da história francesa estão ligadas ao arco. Em dezembro de 1840, o caixão com o corpo de Napoleão, trazido da ilha de Santa Helena, foi transportado sob as suas abóbadas. Em 1885, os parisienses despediram-se aqui do escritor Victor Hugo. Duas vezes por ano, a 10 de maio e a 1 de agosto, ao pôr do sol o disco solar alinha-se exatamente na abertura do arco.
Uma escada em caracol conduz ao miradouro. Um bilhete para o terraço custa um valor na casa das dezenas baixas de euros, com preço reduzido para adolescentes. Uma manhã de dia de semana significa filas mais curtas; ao pôr do sol há bastante mais gente.
- Como chegar: metro Charles de Gaulle - Étoile, linhas 1, 2 e 6, saída diretamente para a praça.
- Miradouro: acesso ao terraço mediante bilhete, de preferência com hora marcada.
- Para quem é: para quem quer uma vista panorâmica de todas as doze avenidas que irradiam da praça.
2. Catedral de Notre-Dame
© Jorge Láscar from Melbourne, Australia · CC BYFoto: Jorge Láscar from Melbourne, Australia, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsA catedral na Île de la Cité é considerada o coração de Paris e o principal ponto de referência no Parvis Notre-Dame. A praça em frente à fachada está sempre cheia: músicos de rua, malabaristas e artistas atraem multidões. O edifício em si é mais antigo do que a maioria dos vizinhos; o seu aspeto gótico formou-se ao longo de séculos.
Durante a Revolução Francesa, a catedral sofreu danos graves: estátuas foram derrubadas, sinos foram enviados para fundição e o altar foi profanado. O interesse pelo monumento foi reavivado pelo romance de Victor Hugo de 1831, após o qual um decreto real ordenou a sua restauração. A restauração foi liderada pelo arquiteto Eugène Viollet-le-Duc, que devolveu à catedral o seu aspeto original.
Após o incêndio de 2019, a catedral esteve fechada para uma restauração em grande escala e desde então reabriu aos visitantes. A entrada é gratuita, mas nas horas de maior afluência aconselha-se a reservar um horário gratuito no site oficial para evitar uma fila longa.
- Como chegar: metro Cité (linha 4) ou RER B, estação Saint-Michel - Notre-Dame.
- Custo: a entrada é gratuita; reserve o seu horário de visita com antecedência.
- O senão: a praça e a entrada estão quase sempre repletas de turistas.
3. Torre Eiffel
A Torre Eiffel foi construída para a Exposição Universal de 1889, realizada para assinalar o centenário da Revolução Francesa. Gustave Eiffel montou a estrutura metálica em cerca de dois anos. Na época, era a estrutura mais alta do mundo.
© Yann Caradec from Paris, France · CC BY-SAFoto: Yann Caradec from Paris, France, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0), Wikimedia CommonsO público não aceitou o projeto de imediato. Figuras culturais de destaque manifestaram-se contra ele, incluindo Guy de Maupassant e Alexandre Dumas filho, que consideravam a torre industrial alheia à cidade antiga. Com o tempo tornou-se o principal símbolo de França, e Eiffel teve de passar muito tempo a provar o seu valor técnico.
A estrutura resiste ao vento e às variações de temperatura praticamente sem oscilar. Os bilhetes de elevador são vendidos com hora marcada e, na época alta, sem reserva arrisca-se esperar mais de uma hora à entrada. Bilhetes para a Torre Eiffel com acesso ao 2.º piso
- Como chegar: metro Bir-Hakeim (linha 6) ou RER C, estação Champ de Mars - Tour Eiffel.
- Custo: bilhete para o segundo piso; o acesso ao Champ de Mars é gratuito.
- Para quem é: para quem sobe pelo panorama; à noite a torre ilumina-se.
4. Montmartre
© John Martinez Pavliga from San Pablo, USA · CC BYFoto: John Martinez Pavliga from San Pablo, USA, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsMontmartre preservou a atmosfera da Paris antiga, com os seus moinhos de vento e ateliês de artistas. Aqui ergue-se o Moulin de la Galette, pintado por Renoir, Vincent van Gogh e Pablo Picasso. Nas proximidades há um monumento ao escritor Marcel Aymé: segundo a crença local, tocar na sua mão esquerda realiza desejos.
A colina boémia foi casa do cabaré Au Lapin Agile, frequentado por Paul Verlaine, Camille Pissarro e Amedeo Modigliani. Na Place Blanche ergue-se o teatro de variedades Moulin Rouge, onde a famosa La Goulue atuou no final do século XIX. Um pouco ao lado fica o Cemitério de Montmartre, com os túmulos de Émile Zola, Stendhal, Alexandre Dumas filho e Hector Berlioz.
Suba até à Basílica do Sacré-Cœur pelas escadas em vez do funicular se quiser ver as ruas com ateliês e cafés. Uma manhã de fim de semana é mais tranquila aqui; ao meio-dia sentirá a multidão na Place du Tertre.
- Como chegar: metro Anvers (linha 2) ou Lamarck - Caulaincourt (linha 12).
- Custo: percorrer as ruas é gratuito; só são necessários bilhetes à parte para os museus.
- Para quem é: para quem quer ver Paris sem as grandes fachadas.
5. Palácio Garnier
© Peter Rivera · CC BYFoto: Peter Rivera, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsO Palácio Garnier é considerado o centro da vida teatral francesa. O primeiro teatro neste local abriu em 1669, e o edifício atual foi projetado por Charles Garnier e inaugurado em 1875. Fica ao lado do Café de la Paix, no final da Avenue de l'Opéra.
Há duas formas de entrar. Durante o dia, as visitas guiadas percorrem a escadaria principal, os foyers e a sala com o teto de Marc Chagall. À noite, vendem-se bilhetes para espetáculos de ópera ou ballet, e os preços começam na casa das centenas de euros, por isso é melhor planear a visita com várias semanas de antecedência.
- Como chegar: metro Opéra, linhas 3, 7 e 8, ou RER A, estação Auber.
- Custo: um bilhete para a visita diurna custa dentro dos primeiros dez euros; consulte os horários no site oficial.
- O senão: durante os ensaios, algumas salas estão fechadas aos visitantes.
6. Les Invalides
© Another one of my pictures: This photograph was taken by Medium69 (William Crochot) and released under the license state · CC BY-SAFoto: Another one of my pictures: This photograph was taken by Medium69 (William Crochot) and released under the license state, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsO Hôtel des Invalides, no sétimo arrondissement, foi concebido sob Luís XIV como lar para soldados feridos e idosos. Com o tempo, o complexo cresceu e tornou-se um centro da história militar francesa. Hoje alberga o Museu do Exército e o Museu de Plantas e Relevos, enquanto marechais e generais repousam nos seus pátios interiores.
A maioria dos visitantes vem pela tumba de Napoleão. O imperador foi inicialmente sepultado na ilha de Santa Helena e, mais tarde, os seus restos mortais foram trasladados para Paris. O museu está aberto todos os dias, exceto à segunda-feira; a entrada custa algumas dezenas de euros, e os visitantes com menos de 18 anos entram gratuitamente.
- Como chegar: Boulevard des Invalides, metro Varenne (linha 13) ou Invalides (linhas 8 e 13).
- Custo: bilhete para o Museu do Exército e a tumba, consulte os horários de funcionamento no site oficial.
- Para quem é: para quem se interessa por história militar e pela era napoleónica.
7. Champs-Élysées
© Chabe01 · CC BY-SAFoto: Chabe01, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsOs Champs-Élysées estendem-se da Place de la Concorde ao Arco do Triunfo e são considerados a principal avenida da capital. É aqui que se realizam desfiles e cortejos festivos, e ao longo da avenida encontram-se boutiques de marcas mundiais, lojas de recordações e cafés. O passeio começou a ser desenvolvido ainda em 1616, por iniciativa de Maria de Médici, e o projeto é atribuído ao arquiteto André Le Nôtre.
A parte inferior da avenida é ocupada por um parque e museus, enquanto a parte superior se transformou numa rua comercial. Passe pelo jardim com fontes e esculturas e depois caminhe até ao arco ao pôr do sol. À noite, verá o monumento iluminado, e o acesso à própria avenida continua a ser gratuito: só paga nas lojas e nos museus.
- Como chegar: metro Concorde, Charles de Gaulle - Étoile ou Franklin D. Roosevelt.
- Custo: percorrer a avenida a pé é gratuito.
- Para quem é: para quem quer aliar compras às vistas mais grandiosas da cidade.
8. Bairro Latino
© David Monniaux · CC BY-SAFoto: David Monniaux, CC BY-SA (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/), Wikimedia CommonsO Bairro Latino ocupa o quinto e o sexto arrondissements, na margem esquerda do Sena, e é conhecido pela sua vida estudantil. Não deve o nome à América Latina, mas à língua latina em que se lecionou durante séculos. No coração do bairro ergue-se a Sorbonne, e nas proximidades eleva-se a colina com o Panteão.
O bairro alberga museus, incluindo a impressionante coleção do Museu de História Natural, e cafés onde outrora se reuniam escritores e filósofos. Uma forma prática de começar o passeio é pelo Jardim do Luxemburgo e descer em direção à margem do Sena. O melhor é explorar a pé: as ruas são estreitas e os pontos de interesse ficam próximos uns dos outros.
- Como chegar: metro Cluny - La Sorbonne (linha 10) ou Odeon (linhas 4 e 10).
- Custo: a entrada no bairro é gratuita; os bilhetes são necessários para os museus e o Panteão.
- Para quem é: para quem quer ver a Paris universitária e os pátios antigos.
9. Louvre
© Benh LIEU SONG ( Flickr ) · CC BY-SAFoto: Benh LIEU SONG ( Flickr ), CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsO Louvre ocupa um antigo palácio real e é considerado um dos museus mais visitados do mundo. As suas salas albergam sarcófagos do antigo Egito, escultura clássica grega e romana, frescos e coleções do antigo Próximo Oriente. O maior chamariz é a "Mona Lisa", de Leonardo da Vinci, que tem sempre uma fila própria e separada.
O museu é enorme, por isso planeie com antecedência e escolha duas ou três alas de acordo com os seus interesses. Se for a primeira visita, comece pelas pinturas italianas e pela sala das antiguidades e deixe o resto para a próxima vez. A pirâmide de vidro no Cour Napoléon serve de entrada principal, mas também pode entrar pelo centro comercial subterrâneo do Carrousel.
Confirme os horários de abertura antes da viagem: o museu está fechado às terças-feiras e abre até mais tarde às quartas e sextas. Um bilhete de adulto para visitantes dos países do EEE custa 22 €, e para os restantes visitantes 32 € (em 09/2026, site oficial do Louvre). Visitantes com menos de 18 anos e residentes no EEE com menos de 26 entram gratuitamente, e na primeira sexta-feira de cada mês, após as 18h00, a entrada é aberta a todos, exceto em julho e agosto.
Um bilhete combinado dá acesso tanto à coleção permanente como às exposições temporárias. Para evitar a fila na pirâmide, reserve uma entrada com hora marcada: Paris museum pass para 2 a 6 dias.
- Como chegar: metro Palais Royal - Musée du Louvre (linhas 1 e 7) ou Pyramides.
- Custo: 22 € para visitantes do EEE e 32 € para os restantes (em 09/2026, fonte), gratuito para menores de 18 anos.
- O senão: as salas junto à "Mona Lisa" estão cheias desde manhã cedo.
10. Jardim do Luxemburgo
O Jardim do Luxemburgo (Jardin du Luxembourg) fica no final do Boulevard Saint-Michel e é considerado o principal parque do Bairro Latino. No centro ergue-se o Palácio do Luxemburgo, onde hoje se reúne o Senado francês. Em frente ao palácio estende-se uma grande fonte, onde as crianças fazem navegar barquinhos de modelo sobre a água.
© Francisco Anzola · CC BYFoto: Francisco Anzola, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsMais resguardada a um canto está a atmosférica Fonte Médici, do século XVII, revestida de mármore e coberta de musgo. Para os visitantes, é um verdadeiro parque cultural: junto à entrada há um palco com concertos, e espalhados pelo recinto encontram-se zonas de brincadeira e um teatro de fantoches. A entrada não lhe custará um cêntimo.
As linhas de metro aproximam-se do jardim por vários lados. No verão, o parque fica aberto até tarde; no inverno, fecha ao anoitecer, por isso é melhor planear uma visita matinal com antecedência. Se procura sossego, venha num dia de semana antes do meio-dia.
- Como chegar: metro Odeon (linhas 4 e 10), Notre-Dame-des-Champs (linha 12) ou RER B, estação Luxembourg.
- Custo: a entrada é gratuita, e as cadeiras junto à fonte são gratuitas.
- Para quem é: para quem quer relaxar à sombra e ver o palácio do Senado.
11. Pont Alexandre III

A Pont Alexandre III atravessa o Sena entre Les Invalides e o Grand Palais e o Petit Palais. Está decorada com dezenas de esculturas de anjos, ninfas e pégasos, além de altos candeeiros e detalhes dourados. A ideia da ponte está ligada ao imperador russo Nicolau II, que quis homenagear a memória do pai, Alexandre III.
A estrutura de um único vão foi concebida para não tapar a vista dos Champs-Élysées. A ponte foi inaugurada por ocasião da Exposição Universal de 1900. Pode atravessá-la a qualquer hora do dia e, à noite, a iluminação torna as esculturas especialmente impressionantes.
- Como chegar: metro Invalides (linhas 8 e 13) ou Champs-Élysées - Clemenceau (linhas 1 e 13).
- Custo: atravessar a ponte é gratuito.
- Para quem é: para quem quer uma fotografia com o Sena e as esculturas douradas em fundo.
12. Musée d'Orsay
© Sanchezn · CC BY-SAFoto: Sanchezn, CC BY-SA (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/), Wikimedia CommonsO Musée d'Orsay ocupa uma antiga estação de caminhos de ferro na margem esquerda do Sena. Alberga uma das melhores coleções de impressionismo: Manet, Monet, Degas, Renoir, Toulouse-Lautrec e Gauguin. Além da pintura, as galerias apresentam arquitetura, artes decorativas e artes aplicadas.
O museu encerra às segundas-feiras e, no primeiro domingo do mês, a entrada é gratuita. Uma manhã de dia de semana é mais tranquila do que um fim de semana. Para ver as telas de Van Gogh sem multidões, chegue logo à hora de abertura.
- Como chegar: metro Solférino (linha 12) ou RER C, estação Musée d'Orsay.
- Custo: consulte os preços dos bilhetes e os dias de entrada gratuita no site oficial.
- Para quem é: para quem veio pelos impressionistas e pós-impressionistas.
13. Musée Rodin
© Jean-Pierre Dalbéra · CC BYFoto: Jean-Pierre Dalbéra, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsO Musée Rodin ocupa o Hôtel Biron, uma mansão do século XVIII que mais tarde pertenceu ao próprio escultor. O museu abriu as portas aos visitantes em 1919, dois anos após a morte de Auguste Rodin. A coleção inclui O Pensador, Os Burgueses de Calais, As Portas do Inferno e o retrato Beethoven, e a coleção completa estende-se por dezenas de salas.
Rodin colecionou também pinturas de Van Gogh e Manet, que passaram para a cidade juntamente com as suas próprias obras. Metade do prazer aqui está no jardim: as esculturas erguem-se entre roseiras e sebes, mediante um pequeno suplemento. Pode comprar um bilhete combinado para a coleção e o jardim, e os visitantes com menos de 18 anos entram gratuitamente.
- Como chegar: metro Varenne (linha 13) ou Invalides (linhas 8 e 13).
- Custo: bilhete combinado para o museu e o jardim, consulte os detalhes no site oficial.
- Para quem é: para quem adora escultura e pátios interiores tranquilos.
14. Île de la Cité
© David Monniaux · CC BY-SAFoto: David Monniaux, CC BY-SA (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/), Wikimedia CommonsA Île de la Cité, no meio do Sena, é considerada o coração histórico de Paris. Nove pontes conduzem até aqui, por isso é possível chegar de qualquer ponto da cidade. Outrora existiu aqui uma residência real e, hoje, a ilha quase não tem moradores: é ocupada por catedrais, museus e palácios.
Reserve um dia inteiro para explorar a ilha. Aqui ficam a Catedral de Notre-Dame, a antiga prisão da Conciergerie com o seu museu, o Palais de Justice e a capela Sainte-Chapelle. Alguns locais exigem bilhete, enquanto a ilha em si está aberta a qualquer hora e é gratuita.
Ao anoitecer, os barcos de passeio partem dos cais da ilha e, a partir da água, avistam-se as pontes e as fachadas iluminadas. cruzeiro de uma hora no Sena «Paris Lights».
- Como chegar: metro Cité (linha 4) ou Châtelet (linhas 1, 4, 7, 11, 14).
- Custo: o acesso à ilha é gratuito, os museus exigem bilhete.
- Para quem é: para quem quer ver a Paris antiga num só local compacto.
15. Palais-Royal

O Palais-Royal ergue-se mesmo no centro da cidade e inclui o próprio palácio, uma praça e uma zona de jardim. Foi construído para o cardeal Richelieu, que adorava arte, pelo que o palácio passou a incluir uma biblioteca, uma galeria de pintura e um teatro. O complexo recebeu o nome atual sob a sua nova proprietária, Ana de Áustria, que assumiu a residência após a morte do cardeal.
O pátio é marcado pelas colunas a preto e branco de Buren, que se tornaram um cenário popular para fotografias. Os parisienses passeiam sempre no jardim, com a sua fonte e os caminhos ladeados de árvores. A entrada no pátio e no jardim é gratuita, enquanto o palácio em si está fechado aos turistas.
- Como chegar: metro Palais Royal - Musée du Louvre (linhas 1 e 7) ou Pyramides (linha 7).
- Custo: a entrada no jardim e no pátio interior é gratuita.
- Para quem é: para quem quer tirar fotografias com as colunas de Buren como cenário.
16. Panthéon
© Camille Gévaudan · CC BY-SAFoto: Camille Gévaudan, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0), Wikimedia CommonsO Panthéon ergue-se na colina de Sainte-Geneviève e foi originalmente concebido como uma igreja em sua honra. Segundo a lenda, o rei Luís mandou construir o edifício em gratidão à padroeira de Paris, a quem rezou durante uma doença. O arquiteto Soufflot combinou no seu projeto as conquistas de várias gerações de construtores, e a sua cúpula foi mais tarde replicada no Capitólio de Washington.
Hoje, o Panthéon serve de local de sepultura a figuras ilustres de França. Voltaire, Rousseau, Victor Hugo, Émile Zola e os Curie repousam na cripta e, no centro da sala, pode ver o pêndulo de Foucault. O Panthéon está aberto diariamente, fecha um pouco mais cedo no inverno, a entrada é feita por bilhete e as crianças entram gratuitamente.
- Como chegar: metro Cardinal Lemoine (linha 10) ou Luxembourg (RER B).
- Custo: bilhete para a cripta; consulte horários e preços no site oficial.
- Para quem é: para quem se interessa pela história de França e pelos seus grandes nomes.
17. Place de la Concorde
© Cristian Bortes from Cluj-Napoca, Romania · CC BYFoto: Cristian Bortes from Cluj-Napoca, Romania, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsA Place de la Concorde foi construída em forma de octógono regular, com estátuas que simbolizam as principais cidades francesas nos seus cantos. Ao centro ergue-se um antigo obelisco egípcio de Luxor, aqui instalado no século XIX. A praça é considerada uma das principais da capital e abre uma vista sobre os Champs-Élysées.
Uma página negra da história está ligada à praça. Durante os anos revolucionários, aqui esteve uma guilhotina, na qual foram executados o rei Luís XVI, a rainha Maria Antonieta e muitas outras pessoas. Hoje, o espaço enche-se de fontes e transeuntes e, ao anoitecer, as pessoas vêm aqui pela panorâmica das luzes da cidade.
- Como chegar: metro Concorde, linhas 1, 8 e 12.
- Custo: a entrada é gratuita e o cais do Sena nas proximidades também é gratuito.
- Para quem é: para quem quer combinar um passeio pelos Champs-Élysées com uma vista sobre o rio.
18. Disneyland
© flightlog · CC BYFoto: flightlog, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsA Disneyland é considerada uma visita obrigatória para famílias com crianças. O parque fica fora da cidade antiga e a forma mais conveniente de chegar é de RER A até à estação Marne-la-Vallée - Chessy. O recinto está dividido em cinco zonas temáticas, cada uma concebida em torno de um conto de fadas ou filme de animação conhecido.
A Main Street inspira-se nas cidades americanas do final do século XIX, com casas, lojas e cafés. A estrada conduz ao símbolo principal do parque, o Castelo da Bela Adormecida. As atrações adequam-se a diferentes idades e, na época alta, deve planear um dia inteiro.
É melhor comprar os bilhetes com antecedência e para uma data específica: bilhete Disneyland Paris de 1 dia.
- Como chegar: RER A até à estação Marne-la-Vallée - Chessy, saída para os parques.
- Custo: um bilhete para um ou vários dias, com uma opção que inclui transfer de regresso.
- Para quem é: para famílias com crianças e para quem adora parques de diversões.
19. Basílica do Sacré-Cœur
© Chabe01 · CC BY-SAFoto: Chabe01, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsA Basílica do Sacré-Cœur, em pedra branca, foi construída no topo de Montmartre após a derrota de França na guerra com a Prússia. A ideia era que a nova igreja expiasse as desgraças que se tinham abatido sobre o país. A construção, em estilo bizantino, prolongou-se por várias décadas e só ficou concluída pouco antes da Primeira Guerra Mundial.
Uma ampla escadaria com relvados verdes, onde as pessoas estão sempre a descansar, conduz até à igreja. Cinco cúpulas elevam-se acima da basílica, sendo a central mais alta do que as restantes. A fachada é decorada com um pórtico de arcos e, no topo, erguem-se estátuas equestres de São Luís e de Joana d'Arc. A entrada na basílica é gratuita; paga-se apenas para subir à cúpula.
- Como chegar: metro Anvers (linha 2) ou Abbesses (linha 12).
- Custo: a entrada na basílica é gratuita, a subida à cúpula é feita por bilhete.
- O senão: as escadas e a entrada estão quase sempre cheias.
20. Palácio de Versalhes

O Palácio de Versalhes foi construído sob Luís XIV como residência real fora da cidade. Os melhores arquitetos da época criaram um centro de arquitetura clássica que se tornou um símbolo do poder absoluto do rei. Em torno do palácio estende-se um parque com alamedas, plantações aparadas, um lago e esculturas.
O palácio está aberto todos os dias, exceto à segunda-feira, e a entrada no parque e nos jardins é gratuita na estação fria (em 09/2026, site oficial de Versalhes). No verão, nos dias de fontes musicais, paga-se para entrar nos jardins. Para visitar a residência e o Trianon, convém reservar um dia inteiro, caso contrário verá apenas os apartamentos de gala.
Um bilhete com entrada prioritária e audioguia é melhor reservar com antecedência: bilhete de Versalhes com audioguia.
- Como chegar: RER C até à estação Versailles Château - Rive Gauche, depois a pé.
- Custo: a entrada no parque é gratuita no inverno, consulte os preços dos bilhetes do palácio no site oficial.
- O senão: o palácio e o Trianon estão fechados à segunda-feira.
21. Catedral de Saint-Louis nos Invalides

No interior do complexo dos Invalides ergue-se a Catedral de Saint-Louis. Ao lado encontra-se a igreja do Dôme des Invalides, cuja cúpula dourada domina o centro de Paris. A igreja foi construída como parte de um lar de veteranos e, com o tempo, tornou-se o local de sepultura de chefes militares franceses de várias épocas. Hoje alberga um museu de glória militar.
O sarcófago com os restos mortais de Napoleão I não está na própria catedral, mas sob a cúpula da igreja do Dôme des Invalides. O acesso à catedral está incluído no bilhete do complexo museológico, por isso planeie a visita em conjunto com o Musée de l'Armée.
- Como chegar: estação de metro Invalides (linhas 8 e 13), entrada pela praça.
- Custo: incluído no bilhete combinado com o Musée de l'Armée.
- Para quem é: para quem quer ver o túmulo de Napoleão sob a cúpula dourada.
22. Torre Montparnasse
A Torre Montparnasse é um arranha-céus de vidro e betão na margem esquerda do Sena. O edifício foi construído na década de 1970 e desde então destaca-se na paisagem histórica da cidade. Alberga escritórios e restaurantes, e o último piso tem um miradouro.

Um elevador de alta velocidade leva-o ao 56.º andar, onde se abre um panorama de todo o centro da cidade. Do terraço ao ar livre pode ver a Torre Eiffel, o Louvre e Montmartre, com cadeiras e telescópios dispostos ao longo do perímetro. Ao anoitecer, verá a cidade iluminada sem as filas que se formam na própria torre.
bilhete para o miradouro da Torre Montparnasse
- Como chegar: estação de metro Montparnasse - Bienvenüe, linhas 4, 6, 12 e 13.
- Custo: bilhete para o último piso, consulte os horários no site oficial da torre.
- Para quem é: para quem quer ver a Torre Eiffel por inteiro, à distância.
23. Sorbonne
© Carl Campbell from Querétaro, Mexico · CC BY-SAFoto: Carl Campbell from Querétaro, Mexico, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0), Wikimedia CommonsA Sorbonne é considerada a principal universidade de França e uma das instituições de ensino mais antigas do mundo. A escola foi fundada no século XIII e recebeu o nome do clérigo Robert de Sorbon. Ao longo dos séculos formou geração após geração da elite intelectual francesa.
O edifício principal fica no Bairro Latino e tem valor histórico. A fachada ostenta estátuas que simbolizam diferentes ciências, e nas proximidades ergue-se a Capela Barroca de Santa Úrsula, com a sua alta cúpula e quatro torres sineiras. Os turistas geralmente não podem entrar na universidade, mas é possível ver os pátios e a fachada do exterior.
- Como chegar: estação de metro Cluny - La Sorbonne (linha 10) ou Luxembourg (RER B).
- Custo: ver do exterior é gratuito, o acesso aos edifícios é restrito.
- Para quem é: para quem quer ver o coração do Paris estudantil.
24. Centro Pompidou
© Zairon · CC BY-SAFoto: Zairon, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsO Centro Pompidou é conhecido como o museu nacional de arte moderna de França, fundado em 1977. O edifício desafia as convenções clássicas: todas as tubagens, cabos e estruturas metálicas ficam do lado de fora, pelo que à primeira vista parece que o edifício ainda está em construção. As escadas rolantes em tubos transparentes oferecem vistas sobre o centro da cidade.
No interior encontrará pinturas, esculturas e instalações de artistas de vanguarda do século XX. Os visitantes são livres de interpretar a arte moderna à sua maneira, não há aqui uma narrativa única. Desde o outono de 2025, o centro está fechado para obras até cerca de 2030. Por enquanto, só é possível ver o edifício do exterior.
- Como chegar: metro Rambuteau (linha 11) ou Châtelet - Les Halles (linhas 1, 4, 7, 11, 14).
- Custo: o museu está fechado para obras, consulte o site oficial para as datas de reabertura.
- Para quem é: para quem se interessa por arte moderna e arquitetura.
25. Moulin Rouge
© Juanedc from Zaragoza, España · CC BYFoto: Juanedc from Zaragoza, España, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsO Moulin Rouge é considerado o cabaré mais famoso de Paris e um símbolo da vida noturna de Montmartre. O edifício com o moinho vermelho no telhado é reconhecível até por quem nunca esteve na cidade. Foi aqui que nasceu a famosa revista de can-can, no final do século XIX.
Os espetáculos realizam-se à noite e incluem números de dança, música e acrobacia. Os figurinos estão cobertos de strass, plumas e lantejoulas, e parte do programa é apresentado em topless, razão pela qual o cabaré é considerado um espaço para adultos. Os bilhetes para os melhores horários esgotam com antecedência, por isso é melhor reservar várias semanas antes.
espetáculo no Moulin Rouge com champanhe
- Como chegar: metro Blanche (linha 2), entrada mesmo no Boulevard de Clichy.
- Custo: bilhetes para o espetáculo noturno, os lugares dependem do setor da sala.
- Para quem é: para quem quer ver uma revista parisiense clássica.
26. Cemitério de Père Lachaise
© Connie Ma from Chicago, United States of America · CC BY-SAFoto: Connie Ma from Chicago, United States of America, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0), Wikimedia CommonsO Cemitério de Père Lachaise é conhecido como um museu ao ar livre: as abóbadas de pedra e as lápides estão decoradas com composições escultóricas. Centenas de milhares de pessoas estão sepultadas no seu terreno acidentado, incluindo muitas figuras culturais famosas. A entrada é gratuita, e muitas pessoas vêm aqui passear, não apenas visitar sepulturas.
O compositor Frédéric Chopin, o cantor Yves Montand, a dançarina Isadora Duncan, a cantora Édith Piaf, o dramaturgo Oscar Wilde e o escritor Honoré de Balzac estão sepultados aqui. Uma secção separada é dedicada a memoriais às vítimas do nazismo.
- Como chegar: metro Père Lachaise (linhas 2 e 3) ou Gambetta.
- Custo: a entrada é gratuita, há mapas das secções disponíveis nos portões.
- Para quem é: para quem se interessa por escultura e história cultural.
27. As Catacumbas
© Jorge Láscar from Melbourne, Australia · CC BYFoto: Jorge Láscar from Melbourne, Australia, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsAs Catacumbas de Paris são uma rede de túneis e corredores subterrâneos sob a cidade, que guardam os restos mortais de milhões de pessoas. Ossos e crânios estão dispostos ao longo das paredes de longas galerias, e o ambiente aqui não é de todo para os mais sensíveis. O comprimento total das passagens subterrâneas é enorme, e a profundidade chega a dezenas de metros.
As Catacumbas foram criadas no século XVIII, quando a cidade enfrentava falta de espaço para sepulturas. Os restos mortais foram transferidos de cemitérios sobrelotados para antigas pedreiras, de modo a libertar espaço dentro dos limites da cidade. A entrada é paga, a visita guiada é opcional e o número de visitantes é limitado, por isso recomenda-se comprar os bilhetes com antecedência.
- Como chegar: metro Denfert-Rochereau, linhas 4 e 6, entrada junto à praça.
- Custo: bilhete com horário marcado, consulte os horários no site oficial.
- O senão: as galerias são estreitas e húmidas, e as pessoas com claustrofobia podem sentir dificuldades aqui.
28. Jardim das Tulherias

O Jardim das Tulherias ocupa uma vasta área entre o Louvre e a Place de la Concorde. O parque foi traçado no século XVI no local de uma pedreira de argila, e a entrada pelo lado do Louvre é o Arco do Triunfo do Carrossel, construído para comemorar as vitórias de Napoleão. Hoje, os parisienses gostam de passear aqui e de relaxar junto às fontes.
Canteiros bem cuidados e árvores altas ladeiam os caminhos retos, e há cadeiras de metal colocadas nos relvados, que se podem mover livremente. O parque está aberto todo o ano e a entrada é gratuita, até tarde na noite no verão e até ao anoitecer no inverno (em 09/2026, regras de visita ao jardim). Há quiosques que vendem café e gelados, bem como parques infantis.
- Como chegar: metro Tuileries (linha 1) ou Palais Royal - Musée du Louvre (linhas 1 e 7).
- Custo: a entrada é gratuita, as cadeiras do parque são gratuitas.
- Para quem é: para quem quer caminhar do Louvre até à Place de la Concorde atravessando o parque.
29. Galeries Lafayette
© Arthur Weidmann · CC BY-SAFoto: Arthur Weidmann, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsAs Galeries Lafayette são consideradas os maiores armazéns de Paris e atraem amantes de compras de todo o mundo. O centro comercial foi fundado em 1893 e, hoje, os seus pisos albergam boutiques de marcas com grandes montras. Vende roupa, calçado, eletrónica, perfumes, joalharia e produtos gourmet.
O átrio do edifício é coberto por uma alta cúpula de vitral. Os salões interiores estão decorados com molduras de estuque em forma de ornamentos florais. Nos pisos superiores há restaurantes e cafés, bem como um miradouro gratuito com uma panorâmica de Paris, que vale a pena subir nem que seja pela vista da Ópera Garnier.
- Como chegar: estação de metro Chaussee d'Antin - La Fayette (linhas 7 e 9) ou Opera.
- Custo: a entrada é gratuita, o acesso ao terraço é gratuito.
- Para quem é: para quem quer combinar compras com um miradouro.
30. Place de la Bastille
© Guillaume Flament · CC BY-SAFoto: Guillaume Flament, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsA Place de la Bastille ocupa o local da fortaleza-prisão demolida que foi tomada pelo povo revoltoso a 14 de julho de 1789. Para os franceses, este dia tornou-se um símbolo de liberdade e, hoje, a praça é considerada um lugar icónico do país. Da fortaleza restam apenas os contornos, desenhados em pedra na própria estrada.
A história do local começou no século XIV, quando o rei Carlos V mandou construir aqui uma fortaleza com oito torres. Mais tarde, foi transformada em prisão, onde eram lançados tanto criminosos como vítimas inocentes do poder real. No centro da praça ergue-se a Coluna de Julho, coroada por uma figura dourada. Hoje é um movimentado nó de tráfego onde convergem dezenas de ruas, e nas proximidades fica a nova ópera.
- Como chegar: estação de metro Bastille, linhas 1, 5 e 8.
- Custo: a entrada na praça é gratuita.
- Para quem é: para quem quer ver o lugar onde começou a Revolução Francesa.
Atrações de Paris no mapa
Os 30 pontos cabem facilmente num só mapa: o centro é compacto e, num dia, é possível visitar vários locais a pé. As deslocações mais distantes, como Versalhes ou a Disneyland, é melhor reservá-las para dias separados e não misturá-las com o centro.
Pontos de interesse de Paris
Locais no mapa
- 1Arco do Triunfo Monumento no centro da praça Charles de Gaulle, escadas até ao miradouro
- 2Catedral de Notre-Dame Catedral principal da Ilha da Cité, restaurada após o incêndio de 2019
- 3Torre Eiffel Construída para a Exposição Universal de 1889, elevador com bilhete de horário marcado
- 4Montmartre Colina boémia com moinhos, cabarés e a basílica do Sagrado Coração
- 5Ópera Garnier Ópera de 1875 com o teto pintado por Chagall, visitas de dia e bilhetes à noite
- 6Les Invalides Complexo com o Museu do Exército e o túmulo de Napoleão
- 7Champs-Élysées Avenida principal da praça da Concórdia ao Arco do Triunfo
- 8Bairro Latino Bairro estudantil com a Sorbonne e o Panteão
- 9Louvre Um dos museus mais visitados do mundo, bilhete com horário marcado
- 10Jardim de Luxemburgo Parque com o palácio do Senado e a fonte de Médici
- 11Ponte Alexandre III Ponte com esculturas de anjos e detalhes dourados
- 12Museu de Orsay Coleção impressionista no edifício de uma antiga estação
- 13Museu Rodin Mansão com obras de Rodin e um jardim de esculturas
- 14Ilha da Cité Coração histórico de Paris com Notre-Dame e a Sainte-Chapelle
- 15Palais-Royal Palácio com pátio, praça e colunas de Buren
- 16Panteão Local de sepultamento de Voltaire, Hugo, Zola e do casal Curie
- 17Praça da Concórdia Praça octogonal com um obelisco egípcio
- 18Basílica do Sagrado Coração Basílica de pedra branca no topo de Montmartre
- 19Palácio de Versalhes Residência real de Luís XIV com o seu parque
- 20Catedral de Saint-Louis-des-Invalides Catedral com cúpula dourada e túmulo de Napoleão no conjunto dos Inválidos
- 21Torre Montparnasse Arranha-céus com miradouro no 56.º andar
- 22Sorbonne Principal universidade de França no Bairro Latino
- 23Centro Pompidou Museu de arte moderna com tubos e escadas rolantes no exterior
- 24Moulin Rouge Famoso cabaré de cancã na praça Blanche
- 25Cemitério de Père-Lachaise Museu ao ar livre, túmulos de Chopin, Piaf, Wilde
- 26Catacumbas Túneis subterrâneos com os ossos de milhões de parisienses
- 27Jardim das Tulherias Parque entre o Louvre e a praça da Concórdia
- 28Galeries Lafayette O maior grande armazém, com cúpula e terraço-miradouro gratuito
- 29Praça da Bastilha Praça no local de uma fortaleza demolida, com a coluna de Julho
Se não quiser planear o itinerário sozinho, um circuito de autocarro hop-on hop-off por Paris dá jeito: o autocarro para nas principais atrações e pode descer onde lhe interessar.
A partir do aeroporto, é mais cómodo chegar com um transfer da Kiwitaxi reservado com antecedência, em que será recebido no hall de chegadas.
Passeios e bilhetes em Paris
Visitas guiadas, bilhetes sem fila e atividades — a maioria pode ser cancelada gratuitamente.
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⁉️🤔 Perguntas frequentes
Quantos dias são necessários para Paris?
Numa primeira visita, conte com três a quatro dias. É tempo suficiente para percorrer o centro a pé, com calma: o Louvre, Notre-Dame, os Champs-Élysées e Montmartre. Versalhes ou a Disneyland ocupam um dia inteiro cada, por isso, numa viagem curta, escolha uma ou outra.
É preciso um passe de museus?
Se pensa visitar três ou mais museus, o passe compensa pela diferença no preço dos bilhetes. O Louvre, o Musée d'Orsay, o Panthéon e Versalhes costumam estar incluídos. Opte pelo formato de 2, 4 ou 6 dias se quiser flexibilidade sem ficar preso a uma data única.
Como ir do aeroporto até ao centro?
A partir de Charles de Gaulle, o comboio RER B e os autocarros levam-no à cidade; a partir de Orly, é mais fácil seguir com um transfer para um elétrico ou autocarro. Os táxis oficiais praticam tarifa fixa. Um transfer reservado com antecedência espera-o com uma placa à saída do hall de chegadas.
O que se pode ver gratuitamente?
O Jardim das Tulherias, o Jardim do Luxemburgo, a entrada da Île de la Cité, os Champs-Élysées, a Place de la Concorde e o terraço panorâmico das Galeries Lafayette são gratuitos. A entrada em Notre-Dame também é gratuita, mas é melhor reservar um horário com antecedência. Os museus, as subidas a miradouros e os espetáculos noturnos continuam a ser pagos.
Qual é a melhor altura para visitar Paris?
A altura mais confortável para caminhar é a primavera e o início do outono: menos calor e filas mais curtas nos museus. O verão traz muitos turistas e, em julho e agosto, o alojamento é mais caro. O inverno é mais calmo e mais barato, mas os jardins fecham mais cedo e algumas atrações funcionam em horário reduzido.
Em resumo: o que vale a pena reservar
Paris faz-se genuinamente em três dias bem preenchidos, se dividir o centro, Versalhes e a Disneyland por datas diferentes. Um passe único compensa a partir do terceiro museu, e um horário marcado para o Louvre ou para a Torre Eiffel poupa uma hora à entrada. Se tiver pouco tempo, é melhor garantir um bilhete para o Louvre e um cruzeiro no Sena do que andar a correr atrás de cinco museus seguidos.
- Se tiver três dias: passe dois terços do tempo no centro e reserve o terceiro dia para Versalhes ou a Disneyland.
- Se viajar com crianças: garanta um bilhete de dia inteiro para a Disneyland Paris.
- Se for uma viagem curta: acrescente um passe de museus de Paris para 2 a 6 dias.


