
O que ver em Cancún: 30 lugares, de pirâmides maias a um museu subaquático
Cancún assenta sobre a areia, entre o mar das Caraíbas e as selvas do Iucatão. A sua história começou como aldeia de pescadores e hoje é o principal destino turístico do país, onde as pessoas vêm tanto pela praia como pela história maia.
Num só dia é realista chegar às pirâmides, nadar num cenote e voltar a tempo do jantar, mas muitos sítios ficam a dezenas de quilómetros uns dos outros. Algumas atrações estão mesmo na zona hoteleira, enquanto outras ficam a 75-200 km dos hotéis (no mapa).
Reunimos trinta lugares em Cancún e arredores, com preços, horários de funcionamento e indicações claras. Vai ver o que vale a pena reservar com antecedência e o que pode visitar de improviso.
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O que ver em Cancún: as nossas escolhas
💡 Em resumo:
- Ruínas maias: Chichén Itzá, Tulum e Cobá. De uma a três horas em cada sentido.
- Natureza: cenotes e os parques ecológicos Xcaret, Xel-Há e Xplor. Compre os bilhetes online com antecedência.
- Cidade: mercados, museus e espetáculos noturnos. Estes são fáceis de deixar para uma noite espontânea.
- Preços e horários: 09/2026, confirmados no site oficial da Xcaret.
Cancún divide-se em duas partes: a zona hoteleira junto ao mar e o centro, El Centro, onde vivem os locais. As primeiras entradas da lista seguem ao longo da costa e as restantes esperam-no na cidade e na selva. Abaixo organizámo-las por tipo de experiência, para escolher rapidamente o que mais lhe convém.
Objetivo | Onde ir | Reservar com antecedência |
|---|---|---|
Pirâmides e ruínas maias | Chichén Itzá, Tulum, Cobá, El Rey | Sim, bilhete e transfer |
Nadar num cenote | Ik Kil, Hubiku, «Sete Bocas» | Sim, no verão |
Parques com atrações | Xcaret, Xel-Há, Xplor | Sim, mais barato online |
Espetáculo noturno | Coco Bongo, Capitão Gancho | Sim |
Museus e mercados | Museo Maya de Cancún, Mercado 28 | Não |
1. Chichén Itzá
© Daniel Schwen · CC BY-SAFoto: Daniel Schwen, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsChichén Itzá está protegida pela UNESCO como Património Mundial desde 1988 (segundo a UNESCO). Só Teotihuacán atrai mais turistas no México, por isso chega-se aqui à hora de abertura, enquanto os autocarros da Riviera Maya ainda vão na estrada.
A estrutura mais famosa chama-se Pirâmide de Kukulcán, ou El Castillo. Durante o dia os seus degraus ficam a escaldar e forma-se uma fila para fotografias na base, pelo que as melhores imagens se fazem de manhã. Percorra o complexo em circuito: ao lado erguem-se o Templo dos Guerreiros, o observatório El Caracol e o cenote sagrado.
O grande campo de bola merece atenção especial. Bata palmas junto à sua parede e o eco regressa várias vezes. Os maias construíram-no para que o som se propagasse por todo o campo, e este efeito ainda hoje impressiona os visitantes.
Um bilhete para um adulto estrangeiro em 2026 custa 697 MXN. É a taxa federal do INAH mais a taxa do estado do Iucatão (em 09/2026, Cultur Yucatán). As bilheteiras estão abertas diariamente, e os horários exatos é melhor confirmá-los no local antes da viagem.
Quase não há lojas no recinto, por isso leve água e um lanche consigo. Um guia aqui enriquece bastante a visita, porque sem um verá apenas pedras.
- Como chegar: cerca de 200 km de Cancún, duas a três horas em cada sentido (no mapa).
- Excursão: excursões a Chichén Itzá na GetYourGuide.
- O senão: das 11h00 às 14h00 quase não há sombra no sítio. Leve água e um chapéu.
2. Isla Mujeres
© dronepicr · CC BYFoto: dronepicr, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsIsla Mujeres fica no estreito em frente a Cancún e é considerada o ponto mais oriental do México. Chegar é simples: apanha-se o ferry e meia hora depois está-se na areia branca da Playa Norte, que entrou nos rankings mundiais de praias.
A ilha é pequena. Aqui vivem pescadores, funcionam hotéis e restaurantes, e circulam carrinhos de golfe pelas ruas. Os pontos mais populares: a Playa Norte, a Punta Sur com o seu miradouro e as ruínas do templo da deusa Ixchel. Junto às ruínas está aberto um parque de esculturas.
Para snorkeling, apanhe um barco até ao recife: a água é límpida e o próprio recife começa perto da costa. A ilha tem ainda uma quinta de tartarugas onde pode ver tartarugas jovens e saber mais sobre a sua conservação.
Os maias consideravam Ixchel a esposa do deus supremo e pediam-lhe saúde e boa fortuna. A 1 de janeiro, os locais vêm a Punta Sur ver o nascer do sol e os turistas juntam-se a eles. Venha de manhã, porque antes do meio-dia a praia está bastante menos movimentada.
Aluga-se um carrinho de golfe por um dia e é a melhor forma de percorrer a ilha sem táxi. À noite, os ferries circulam com menos frequência, por isso não espere pela última partida.
- Como chegar: ferries do cais de Puerto Juárez, cerca de meia hora.
- Para quem é: para quem quer uma praia sem ondas e um dia longe do hotel.
- O senão: à hora do almoço, os ferries e a Playa Norte estão cheios. A manhã é mais calma.
3. Cenote Siete Bocas

Os cenotes formaram-se no calcário como poços naturais de água doce. Os maias consideravam cada poço uma boca da terra e veneravam a água como sagrada. Para eles, descer a um cenote era uma conversa com o submundo.
Siete Bocas liga vários poços sob uma única gruta. No interior crescem estalactites e estalagmites, e a luz entra por fendas no teto. O sistema situa-se em propriedade privada perto de Cancún, por isso o acesso aqui é organizado pelos próprios proprietários.
A água aqui é doce e límpida, e é rasa junto à margem. Nadar é fácil, mesmo para quem não nada bem. Leve uma toalha e calçado antiderrapante, e guarde os seus pertences num saco estanque.
Dentro da gruta está fresco mesmo com calor, por isso entrar sabe bem. A iluminação é fraca, e as fotografias saem melhor com uma boa máquina ou um telemóvel com modo noturno.
- Como chegar: com um tour ou num autocarro alugado.
- Custo: entrada paga, confirme o preço no local.
- O senão: a água é fresca e a gruta é húmida. Guarde os seus pertences num saco estanque.
4. Cenote Ik Kil
© Dmadeo · CC BY-SAFoto: Dmadeo, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0), Wikimedia CommonsIk Kil é considerado o cenote mais popular do México, e há quem venha aqui de todo o país. É elogiado pela descida segura: uma escadaria de pedra desce até à água ao longo da parede. Até um principiante consegue descer sem medo.
Sobre a água há plataformas de observação, uma plataforma de salto e uma praia artificial. No poço vivem pequenos peixes negros, e à superfície funcionam lojas de recordações e aluguer de coletes salva-vidas. O colete é fornecido gratuitamente, por isso até as crianças podem nadar aqui.
Antes de entrar na área, é obrigatório tomar duche. A regra é simples, mas é aplicada. Há dois hotéis de gama média e um restaurante nas proximidades, por isso pode ficar a dormir e voltar a nadar de manhã.
Só quem nada com confiança deve saltar da plataforma, e é melhor aproximar-se das escadas com calçado de água. Nadar aqui segue regras organizadas, e um nadador-salvador vigia todos a partir da margem.
- Custo: entrada paga, confirme o preço exato no local.
- O senão: à hora do almoço, os grupos juntam-se às escadas. Venha de manhã.
5. Cenote Hubiku

Hubiku é chamado de rei da beleza entre os cenotes. Em maia, o nome traduz-se como «grande senhor», e uma segunda versão soa como «ninho de iguana», e os guias repetem com gosto ambas as versões.
A bacia redonda desce em profundidade, e longas raízes pendem do teto para dentro da gruta. Ao meio-dia, os raios diretos do sol atravessam o teto, e a água fica turquesa. É por isso que as pessoas vêm aqui.
A descida tem mais de cem degraus, e a água é mais fria do que em Ik Kil. Leve um colete salva-vidas se não for um nadador confiante. Pequenos peixes junto à margem mordiscam os pés, mas é apenas cócegas e não é nada perigoso.
Os maias consideravam a iguana uma mensageira dos deuses, por isso as pessoas vêm aqui não só pela água, mas também pelas histórias. Os passeios aqui são frequentemente combinados com as pirâmides e a cidade antiga de Valladolid.
- Como chegar: incluído na maioria dos passeios a Chichén Itzá e nos parques.
- O senão: os degraus estão molhados e escorregadios. Agarre-se ao corrimão.
6. Museu Subaquático MUSA
O museu MUSA nasceu de um projeto do escultor britânico Jason deCaires Taylor. Ele coloca figuras feitas de betão marinho no fundo do mar para aliviar a pressão sobre os recifes vivos provocada pelo afluxo de mergulhadores.
A coleção chama-se «The Silent Evolution». As esculturas retratam pessoas de diferentes épocas e, com o tempo, ficam cobertas de pólipos e algas. É assim que o betão se transforma num recife artificial, e os peixes ganham uma nova casa.
Pode ver o museu a partir de um barco com fundo de vidro, com snorkel ou com equipamento de mergulho. Reserve o mergulho com um operador licenciado: ele mostrará as galerias e garantirá que não danifica as figuras. A água é mais clara de manhã, por isso saia cedo.
Os passeios partem do porto de Cancún e duram várias horas. Se não mergulhar, apanhe um barco com fundo de vidro: assim verá as figuras sem entrar na água.
- Custo: depende do formato, o snorkeling é mais barato do que o mergulho.
- O senão: a visibilidade subaquática depende muito do tempo e das condições das ondas.
7. Parque Xel-Há
© Kirt Edblom from Albany, Oregon, United States · CC BY-SAFoto: Kirt Edblom from Albany, Oregon, United States, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0), Wikimedia CommonsXel-Há tem o nome da lagoa e fica a cerca de cem quilómetros de Cancún (no mapa). O parque funciona em regime tudo incluído: comida, bebidas e snorkeling estão incluídos no bilhete, e quase não há nada a pagar à parte no local.
Aqui nada na lagoa, nada com os peixes, desce o rio em jangadas e experimenta um temazcal. No interior do parque, conservam-se as ruínas de um antigo porto maia, que outrora comerciava ao longo de toda a costa. Os trilhos atravessam a selva, por isso leve calçado confortável.
As áreas estão abertas das 8:30 às 18:00 (em 09/2026, Xel-Há). As crianças até aos quatro anos entram gratuitamente, e as crianças dos 5 aos 11 anos pagam metade do preço (de acordo com o site oficial).
Leve máscara e snorkel se não tiver os seus. As toalhas e os cacifos são fornecidos no local, e o protetor solar tem de ser biodegradável, caso contrário a segurança não o deixa entrar na água.
Comprar bilhetes à entrada não vale a pena, por isso adquira-os online com antecedência e chegue à abertura. Assim terá mais tempo para a lagoa e o snorkeling sem pressas.
- Custo: um pacote com outros parques é mais vantajoso do que um bilhete individual.
- O senão: na época alta, formam-se filas à entrada e na zona de snorkeling.
8. Parque Xcaret
© Silvio Chiozini · CC BYFoto: Silvio Chiozini, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0), Wikimedia CommonsXcaret combina natureza, cultura maia e entretenimento num só parque. Abriu no início da década de 1990 e continua a ser o parque mais famoso do México, embora os bilhetes aqui não sejam baratos.
Há rios subterrâneos, uma lagoa, um pavilhão de borboletas, uma coleção de orquídeas e aviários de aves. À noite, realiza-se um grande espetáculo sobre a história do país. Não consegue percorrer o parque num só dia, por isso planeie um dia inteiro e leve roupa para mudar.
Compre os bilhetes online e entrará sem esperar na fila. As crianças dos 5 aos 11 anos pagam metade do preço (em 09/2026, site oficial do Xcaret).
Alguns percursos passam pela água, por isso leve já o fato de banho. São fornecidos coletes salva-vidas para os rios subterrâneos, e não precisa de saber nadar.
O parque é grande, e é fácil deslocar-se entre as áreas seguindo a sinalização. Se não quiser caminhar o dia todo, escolha primeiro duas ou três áreas principais.
- Passeio: bilhetes para o parque Xcaret na GetYourGuide.
- O senão: calor e longas caminhadas. Leve fato de banho e chinelos confortáveis.
9. Centro Comercial La Isla
© Carlos Valenzuela · CC BY-SAFoto: Carlos Valenzuela, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsO La Isla Shopping Village está concebido como uma pequena Veneza: canais, pontes e barcos com remadores. Há aqui mais de duzentas lojas, além de um cinema, restaurantes e um aquário.
Procure marcas locais e joalharias, não apenas marcas globais. Os visitantes estrangeiros podem usufruir de um reembolso de impostos acelerado para compras que não sejam de alimentação, mas é preciso guardar os recibos.
À noite, acendem-se as luzes sobre os canais, e pode combinar as compras com um passeio pelas pontes. Os passeios de gôndola custam à parte, e o percurso segue ao longo dos canais entre lojas e restaurantes.
O centro comercial é reconhecido como um dos destinos familiares mais populares do México. Alberga também um aquário interativo, que é prático de visitar com crianças entre as paragens de compras.
- Como chegar: na zona hoteleira, alguns hotéis ficam a poucos passos da entrada.
- O senão: os preços são mais altos do que nos mercados da cidade.
10. Mercado 28
© David Stanley from Nanaimo, Canada · CC BYFoto: David Stanley from Nanaimo, Canada, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsO Mercado 28 é considerado o maior mercado de Cancún. Fica no centro de El Centro e estende-se por várias filas de bancas, por isso é fácil perder-se aqui.
Vendem-se lembranças, máscaras, louça, cosméticos, antiguidades e roupa. Os turistas são bem-vindos aqui, e quase todos os vendedores falam inglês. Os preços são mais altos do que numa loja normal, mas pode e deve regatear.
Os cartões não são aceites em todo o lado, por isso tenha dinheiro e notas pequenas à mão. Se procura presentes, venha de manhã, enquanto as bancas ainda estão bem abastecidas.
O mercado é composto por várias áreas especializadas, e uma delas vende produtos frescos. Há também aqui cafés com cozinha nacional, um local prático para descansar depois de regatear.
- Como chegar: centro da cidade, apanhe o autocarro R1 ou R2 a partir da zona hoteleira.
- O senão: vendedores insistentes à entrada. Avance para o interior do mercado.
11. Mercado 23

O Mercado 23 é confundido com o Mercado 28 devido ao nome semelhante e à proximidade. A diferença está na escala: há aqui menos bancas e preços visivelmente mais baixos, por isso são os locais que vêm aqui às compras.
Os produtos principais: legumes, frutas, marisco, queijos, especiarias e ervas. As pessoas vêm aqui não por causa das lembranças, mas pela comida e pela vida quotidiana da cidade. Os cafés locais cozinham comida simples e substancial, prove o ceviche ou os tacos.
O regateio também é comum aqui, e não mostre que precisa realmente de um artigo. O peixe fresco esgota-se de manhã, por isso venha cedo para o marisco.
A atmosfera aqui é festiva, sem o brilho turístico. Se quiser ver como vive o cancunense comum, este mercado é mais adequado do que o seu vizinho badalado.
- Como chegar: centro da cidade, ao lado do Mercado 28.
- O senão: o mercado funciona durante o dia, as bancas fecham à noite.
12. Coco Bongo Club
© MARELBU · CC BYFoto: MARELBU, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0), Wikimedia CommonsO Coco Bongo tem a reputação de principal clube de espetáculos de Cancún. Imitadores, acrobatas, equilibristas e dançarinos atuam no palco, e o espaço recebe mais de mil pessoas por noite.
O bilhete inclui bebidas. Fumar e a entrada de menores são proibidos no interior, e as malas são revistadas à entrada. O nome do clube está ligado ao filme «The Mask».
O programa muda todas as semanas: alguns números são improvisados e outros são ensaiados com antecedência. A música vai dos clássicos e das melodias mexicanas ao rock e à disco, por isso não há risco de aborrecimento.
Os espetáculos acontecem quase todas as noites, e os bilhetes esgotam rapidamente na época alta. Para conseguir um lugar junto ao palco, convém reservar com antecedência e chegar no início do programa.
É habitual chegar ao clube já ao fim da tarde, quando o espaço começa a encher. O código de vestuário é casual, mas muitos hóspedes arranjam-se para as fotografias.
- Custo: os pacotes dependem da zona e das bebidas, consulte o preço no local.
- O senão: muito barulhento e muito concorrido. Para um ambiente mais calmo, escolha um dia de semana.
13. Museo Maya de Cancún
© Oleg Yunakov · CC BY-SAFoto: Oleg Yunakov, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsO Museo Maya de Cancún pertence ao Instituto Nacional de Antropologia e História. Abriu na zona hoteleira e reúne três salas permanentes.
A primeira sala cobre a arqueologia do estado de Quintana Roo, a segunda aborda a cultura maia e a terceira é dedicada à arte indígena. A coleção reúne milhares de peças, algumas das quais expostas de forma rotativa. Do primeiro piso há uma passagem para as ruínas de San Miguelito.
O museu abre sete dias por semana, ao contrário de muitos museus da cidade. Vai ver crânios, máscaras e ornamentos encontrados em escavações por todo o Yucatán.
O edifício foi concebido por arquitetos mexicanos e neerlandeses. O primeiro nível foi reservado a um café e a áreas de serviço, enquanto as salas de exposição foram elevadas para proteger a coleção de inundações.
O museu tem elevador e é acessível a utilizadores de cadeira de rodas. A visita demora cerca de uma hora, por isso é fácil encaixá-la entre a praia e o jantar.
- Custo: entrada paga, com descontos para grupos elegíveis.
- O senão: algumas peças rodam, por isso salas que já conhece podem estar fechadas.
14. Praça de touros
© Sharon Hahn Darlin · CC BYFoto: Sharon Hahn Darlin, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsAs touradas em Cancún realizam-se às quartas-feiras: os matadores entram na arena e, antes das lides, atuam cowboys de sombrero.
A tauromaquia mexicana é conhecida pelo seu espetáculo: um toureiro pode lidar com dois touros, e o público recebe elementos de show. Ao contrário de Espanha e Portugal, aqui os turistas às vezes podem entrar na lide. Mediante pagamento, um toureiro profissional treina-o e dá-lhe cobertura durante a tourada.
A tradição veio de Espanha, mas no México ganhou detalhes locais e tornou-se mais próxima do teatro. Para o viajante, é mais um espetáculo do que um desporto.
Vale a pena pensar na ética: para alguns viajantes, a lide com animais é inaceitável. A decisão é sua.
Os bilhetes vendem-se à entrada, e a própria arena fica ao lado dos hotéis. É melhor garantir lugares com antecedência, pois o recinto enche às quartas-feiras.
- Como chegar: a arena fica na zona hoteleira, a alguns minutos de táxi.
- O senão: não é para todos. Não recomendamos levar crianças.
15. Ruínas de El Meco
© Rodrigo Pérez González · CC BY-SAFoto: Rodrigo Pérez González, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsA zona arqueológica de El Meco fica a oito quilómetros do centro de Cancún (no mapa). É fácil de alcançar de carro, ou pode apanhar um táxi por pouco dinheiro.
A estrutura principal chama-se El Castillo e ultrapassa os doze metros de altura. Os maias usavam a pirâmide como templo e como ponto de observação junto à lagoa. A cidade vivia do comércio e do mar.
Chegaram aos nossos dias dezenas de estruturas. As escavações continuam, por isso ainda são possíveis novas descobertas. Pode percorrer a zona em menos de uma hora e seguir viagem.
O sítio está muitas vezes vazio, e vai caminhar quase sozinho. É uma oportunidade rara de examinar a alvenaria de perto, sem barreiras nem multidões.
- Custo: a entrada é paga, consulte o preço no local.
- O senão: pouca sombra e quase nenhuma infraestrutura. Leve água.
16. Torre de observação Torre Escénica
A Torre Escénica eleva os visitantes a cento e dez metros. A cabina gira lentamente sobre o próprio eixo, e vê Cancún do alto sem sair dela.
A torre funciona diariamente, de dia e à noite. O pôr do sol vê-se especialmente bem daqui, mas o vidro tem sempre reflexos, por isso é melhor fotografar na janela oposta ao sol.
A plataforma é pequena, por isso fica cheia no topo, e nas horas de maior afluência terá de esperar. Mas a subida demora apenas minutos, e o miradouro não o vai cansar com uma longa escalada.
Na plataforma cabem várias dezenas de pessoas ao mesmo tempo. Se for com um grupo grande, suba por turnos e combine o encontro lá em baixo.
- Custo: a entrada é paga, os bilhetes vendem-se junto à torre.
- O senão: fila nas horas do pôr do sol. Chegue uma hora antes.
17. Museu de cera
O Cancún Wax Museum abriu em meados da década de 2010 e reúne cerca de uma centena de figuras. O projeto foi realizado por especialistas de vários países, e parte do financiamento veio do Brasil.
As figuras estão divididas por temas: desporto, política, música, cinema. Há salas infantis com personagens de livros e filmes, além de secções separadas sobre o Velho Oeste, piratas e super-heróis. Cada sala tem a sua própria música.
A visita demora um par de horas. As fotografias com as figuras são permitidas, por isso vai sair com uma galeria inteira de imagens.
O museu fica na zona hoteleira, ao lado de outros entretenimentos. É fácil combiná-lo com compras ou com o jantar na mesma noite.
As peças expostas vão sendo atualizadas, por isso mesmo numa visita repetida vai encontrar novas personagens. As crianças costumam gostar mais daqui do que os adultos.
- Custo: a entrada é paga, mais barata para crianças.
- O senão: algumas cópias ficam visivelmente aquém dos originais.
18. Ruínas de El Rey

As ruínas de El Rey ficam na zona hoteleira, a vinte e cinco quilómetros do centro (no mapa). O nome traduz-se do espanhol como «rei».
Aqui venerava-se o deus do sol. Das estruturas restam ruínas, mas sobreviveram plataformas antissísmicas e pinturas murais. O povoado tinha túmulos, mais tarde saqueados por caçadores de tesouros.
O percurso demora entre uma hora e meia e duas horas. Aqui é mais silencioso e tranquilo do que nos parques, por isso vai descansar das multidões e do ruído.
Os lagartos aquecem-se nas pedras e deixam-nos aproximar. Atenção onde pisa e não toque nos animais com as mãos.
O sítio está aberto durante o dia, e os portões fecham ao fim da tarde. Planeie o passeio para a manhã ou para o início da noite.
- Como chegar: na zona hoteleira, alguns hotéis ficam a curta distância a pé.
- O senão: não há muitas estruturas. Para ver em grande escala, é preciso ir mais longe.
19. Ruínas de San Miguelito
San Miguelito fica mesmo ao lado do Museo Maya de Cancún. A entrada para as ruínas é feita a partir do primeiro piso do museu, por isso é prático vê-los juntos, numa só saída.
O complexo reúne dezenas de estruturas maias. Os caminhos são curtos, e o percurso demora menos de uma hora, por isso sobra tempo para o museu e para a praia no mesmo dia.
Venha de manhã: o sol é mais suave e há menos gente nos caminhos. A sombra é escassa, por isso leve chapéu e água.
Dos caminhos veem-se os hotéis da zona hoteleira. Percebe-se logo como a história ficou tão perto do resort.
As ruínas estão bem cuidadas para os visitantes, e é agradável percorrê-las sem guia. As placas explicam que estrutura está à frente.
- Custo: bilhete combinado com o museu.
- O senão: pouca sombra. Leve chapéu.
20. Aquário interativo
© kajikawa · CC BYFoto: kajikawa, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0), Wikimedia CommonsO Aquário Interativo fica no La Isla Shopping Village. O aquário está em funcionamento há várias décadas e continua a ser atualizado.
Aqui vivem tubarões, raias, piranhas, medusas e leões-marinhos. Pode alimentar tubarões sob a supervisão da equipa e nadar com golfinhos. Os golfinhos posam de bom grado para a câmara, e as fotografias saem sem qualquer preparação.
Não é permitido nadar nos tanques com predadores, e aqui todos mantêm a distância. As regras são simples, e a equipa faz questão de as cumprir.
A alimentação dos tubarões segue um horário, e o horário está afixado à entrada. Confirme a hora com antecedência para não perder o espetáculo.
- Custo: a entrada e os bilhetes para nadar são vendidos separadamente.
- O senão: os espetáculos com golfinhos são criticados pelas condições em que os animais vivem.
21. Ruínas de Yamil Lu'um
Yamil Lu'um situa-se numa colina entre hotéis, na zona hoteleira. O nome traduz-se como «terra montanhosa».
Chegaram até hoje dois templos: o Templo del Alacrán e o Templo de la Mano. Os estudiosos discutem a que divindades eram dedicados. O Templo do Escorpião é descrito numa secção à parte, mais abaixo. A colina servia de santuário e de farol, e as fogueiras no cume ajudavam os barcos a manter o rumo durante a noite.
A zona fecha por vezes para obras, por isso confirme a entrada antes de subir, para não fazer o percurso em vão.
A subida é curta, mas pedregosa. Calçado com sola antiderrapante torna o passeio mais seguro.
As pessoas param aqui a caminho da praia, já que as ruínas ficam mesmo no meio dos hotéis. Em meia hora vê tudo e volta ao mar.
- Como chegar: mesmo na zona hoteleira, entrada pela rua entre os hotéis.
- O senão: rochas e degraus sem corrimãos. A subida fica escorregadia com chuva.
22. Golfinário em Cancún

O golfinário em Cancún funciona como atração familiar. Os espetáculos duram entre quarenta e sessenta minutos e, no fim, os hóspedes nadam com golfinhos na piscina.
Aqui vivem moreias, medusas e peixes-palhaço. Há aulas de mergulho com garrafa e aulas de ecologia para crianças. Os adultos também encontram um programa à sua medida, incluindo mergulho com instrutor.
As sessões fotográficas e a natação pagam-se à parte. Confirme os preços antes de o espetáculo começar, para não discutir depois no balcão dos bilhetes.
Nas proximidades funcionam restaurantes de cozinha local e tailandesa. Depois do espetáculo, pode almoçar e ficar na praia até ao fim do dia.
- O senão: as condições dos animais são polémicas. Se isso for importante para si, assista de fora.
23. Parque de diversões Ventura
O Ventura Park foi pensado para um dia em família e está dividido em seis zonas. O parque tem praia própria, bares e restaurantes.
Inclui um golfinário, um mundo subterrâneo com cenários de fantasia e uma pista de karts. Há escorregas e pontes de corda entre as árvores, feitos para as crianças.
Na zona «Amazonia» vivem animais apreendidos a caçadores furtivos. O parque investe parte das receitas nos seus cuidados e mostra-os aos visitantes.
Os bilhetes existem em versão completa e básica, para escolher o conjunto de atividades que se ajusta ao seu dia.
Vale a pena planear o programa do dia com antecedência, pois há muitas zonas e não é possível percorrê-las todas num só dia. O melhor é distribuir as atrações e os espetáculos com golfinhos por metades diferentes do dia.
- Custo: os bilhetes existem em versão completa e básica.
- O senão: chegar lá sem carro é incómodo.
24. Templo del Alacrán
© Travis K. Witt · CC BY-SAFoto: Travis K. Witt, CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0), Wikimedia CommonsO Templo del Alacrán é conhecido como o Templo do Escorpião. Fica no povoado de Yamil Lu'um. O nome vem dos desenhos de escorpiões que os arqueólogos encontraram.
Os maias associavam o escorpião à bravura e ao renascimento. A sala interior com os desenhos está aberta aos visitantes e é considerada um lugar de rituais.
Do templo chegou até nós apenas a parte de pedra. O topo seria provavelmente de madeira e não sobreviveu. Pode vê-lo juntamente com as ruínas vizinhas.
A entrada aqui é gratuita, e é um dos poucos locais gratuitos da zona hoteleira. Fique na colina pela vista do mar entre os hotéis.
- Custo: a entrada é gratuita.
- O senão: sobreviveu pouco. Não vale uma viagem só por si.
25. Planetário de Cancún

O Planetário de Cancún funciona num edifício branco. Serve ao mesmo tempo de observatório e de museu, e à noite os locais vêm até aqui.
A sala principal é pequena, mas as salas de conferências acolhem mais visitantes. Um dos museus é dedicado à água e ao seu papel para a vida. O edifício foi concebido a pensar na poupança de energia e na ventilação natural.
Os espetáculos realizam-se durante a semana, e aos fins de semana funcionam clubes pagos. Os locais também vêm aqui pelas eco-tecnologias de produtores da região.
Aqui pode descansar da praia e olhar para as estrelas com calma.
Os temas das palestras mudam, por isso confirme o programa antes da visita. Às sextas-feiras fazem ciência com crianças num formato lúdico.
- Custo: confirme no local, os preços mudam.
- O senão: o programa é sobretudo em espanhol. Sem o idioma, torna-se mais difícil.
26. Museu da Tequila
O Museu da Tequila em Cancún abriu na zona hoteleira no início da década de 2010. É o segundo museu do género no país.
Aos visitantes fala-se do agave, do mezcal e do processo de produção. Os cientistas acreditam que as bebidas de agave já eram feitas no México há milhares de anos, e que os espanhóis apenas aperfeiçoaram o processo.
O edifício tem uma sala de prova. Uma das secções é dedicada à história da marca Herradura.
Vai ficar a saber em que difere a tequila do mezcal e provar amostras. Para adultos, é uma visita curta, mas divertida.
A exposição é pequena e vê-se em menos de uma hora. É prático encaixá-la antes do jantar, quando já está a caminho do hotel.
- Custo: a entrada é paga, a prova está incluída ou é vendida à parte.
- O senão: o espaço é pequeno. Os grupos grandes ficam apertados.
27. Festa pirata Captain Hook
O Captain Hook organiza uma festa em três galeões, réplicas de navios espanhóis do século XVIII. Um deles chama-se «Black Pearl», em homenagem aos filmes de piratas.
O programa inclui jantar, discoteca, batalha naval e disparos de canhão. O espetáculo dura várias horas e começa à noite. As crianças só vão acompanhadas por adultos.
A festa é apreciada tanto por turistas como pelos locais. Num só bilhete, tem espetáculo e cruzeiro marítimo.
Os navios saem para o mar e regressam tarde, por isso decida com antecedência como vai voltar ao hotel.
O programa é conduzido por artistas caracterizados, e os convidados usam muitas vezes bandanas. A batalha naval com o navio «inimigo» inclui fogo de artifício e tiros.
- Custo: bilhetes com jantar e bebidas, confirme o preço com o operador.
- O senão: com mau tempo, a partida é cancelada. Planeie um serão alternativo.
28. Pirâmides de Cobá
© dronepicr · CC BYFoto: dronepicr, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsCobá esconde-se na selva e continua a ser uma das mais antigas cidades maias. Desde Cancún, são cerca de três horas de viagem só de ida (pelo mapa).
A cidade ergue-se em torno de lagos onde ainda hoje vivem crocodilos. Daqui partiam dezenas de estradas para outras cidades, ao longo das quais se transportava a pedra para as pirâmides. A maior parte das estruturas continua oculta pela vegetação, por isso os cientistas não indicam a idade exata do complexo.
A subida à pirâmide mais alta, Nohoch Mul, está encerrada; é vista de baixo. A subida à pirâmide vizinha também está encerrada, devido ao risco de desabamento.
Caminhar entre as estruturas com calor é cansativo, por isso leve água e vá com calma.
- Custo: a entrada é paga, a tarifa para visitantes estrangeiros subiu em 2026 (em 01/2026, notícias sobre as novas tarifas).
- O senão: três horas de estrada e o calor. Leve água e calçado fechado.
29. Tulum
© Erik Cleves Kristensen · CC BYFoto: Erik Cleves Kristensen, CC BY (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0), Wikimedia CommonsTulum ergue-se numa falésia sobre o mar, por isso todos conseguem boas fotografias aqui. Fica a cerca de 130 quilómetros de Cancún (no mapa).
O nome traduz-se como «muralha». A cidade era um porto murado. A estrutura mais famosa chama-se «O Castelo», e mais acima valoriza-se o «Templo dos Frescos», com pinturas murais.
Em 2026, a entrada para visitantes estrangeiros ficou mais cara (em 01/2026, media mexicanos). O sítio está aberto durante o dia, e convém confirmar o horário exato no site do INAH.
Abaixo da falésia há uma praia onde pode descer depois da visita. Leve fato de banho; a água aqui é limpa e quente.
Além das ruínas, funciona nas proximidades uma cidade moderna com mercados e alugueres. A partir daqui é conveniente continuar ao longo da costa.
- Como chegar: cerca de 130 km, de autocarro ou carro, a viagem demora cerca de duas horas.
- O senão: a partir das 10:00 chegam os grupos turísticos. Venha à hora de abertura.
30. Parque Xplor
O Xplor foi concebido para aventuras ativas em grutas e acima da selva. Abriu no final dos anos 2000 e funciona durante o dia.
Atividades principais: voos de tirolesa, passeios de buggy todo-o-terreno, rafting num rio subterrâneo e natação por grutas com estalactites. Os percursos variam em dificuldade, por isso escolhe o seu próprio conjunto de desafios.
O parque funciona em regime tudo incluído: refeições, bebidas e transfer estão incluídos. Horário: 9:00-17:00 (em 09/2026, Xplor).
Se tem medo de alturas, pode saltar alguns percursos sem perder a experiência.
Nas tirolesas voa sobre a selva a grande altura, e a descida segue um percurso longo. É obrigatório calçado fechado, e guarde as suas coisas num cacifo.
- Custo: o bilhete é mais caro do que um parque aquático normal, mas inclui tudo.
- O senão: molhado e lamacento. Leve roupa para mudar.
Atrações de Cancún no mapa
Planeie o itinerário com antecedência: marque as ruínas e os parques distantes num só mapa, para não fazer o mesmo caminho duas vezes. El Rey é o mais próximo do hotel, e Chichén Itzá, Cobá e Tulum são os mais distantes.
Conte com o trânsito dentro da cidade: na hora de ponta a autoestrada para a zona hoteleira fica congestionada. Reserve tempo extra para a partida, sobretudo se vai para o ferry ou para o aeroporto.
Locais de interesse de Cancun
Locais no mapa
- 1Isla Mujeres Meia hora de ferry, praia Playa Norte e cabo Punta Sur
- 2Museu Subaquatico MUSA Esculturas no fundo do mar, para ver de barco, com mascara ou em mergulho
- 3La Isla Centro comercial com canais e passadicos, mais de duzentas lojas
- 4Mercado 28 O maior mercado da cidade, lembrancas e mascaras, regatear e obrigatorio
- 5Mercado 23 Mercado para locais: legumes, marisco e cafes sem verniz turistico
- 6Clube Coco Bongo Principal clube de espetaculos de Cancun, o bilhete inclui bebidas
- 7Museo Maya de Cancun Tres salas sobre os maias e Quintana Roo, passagem para as ruinas de San Miguelito
- 8Praca de touros Lutas as quartas-feiras, um espetaculo para apreciadores
- 9Ruinas de El Meco A oito quilometros do centro, a piramide El Castillo com mais de 12 metros
- 10Torre de observacao Torre Escenica Cabine giratoria a 110 metros de altura, melhor vista ao por do sol
- 11Museu de cera Cerca de uma centena de figuras tematicas, um par de horas de visita
- 12Ruinas de El Rey Na zona hoteleira, uma hora e meia a duas horas de percurso, iguanas apanham sol nas rochas
- 13Ruinas de San Miguelito Entrada pelo piso terreo do Museo Maya, bilhete unico, percurso em menos de uma hora
- 14Aquario interativo Em La Isla: tubaroes, raias e nado com golfinhos com horario marcado
- 15Ruinas de Yamil Lu'um Colina entre os hoteis, dois templos, subida pedregosa
- 16Delfinario Espetaculos de 40 a 60 minutos, seguidos de nado com golfinhos
- 17Parque de diversoes Ventura Seis zonas, praia propria, pista de karts e zona Amazonia
- 18Templo do Escorpiao Templo del Alacran em Yamil Lu'um, entrada gratuita
- 19Planetario de Cancun Observatorio e museu da agua, sessoes em dias uteis, programa em espanhol
- 20Museu da tequila Agave, mezcal e uma sala de provas, visita em menos de uma hora
- 21Festa pirata Captain Hook Tres galeoes, jantar, batalha naval e tiros de canhao
⁉️🤔 Perguntas frequentes
Quantos dias são necessários para conhecer Cancún?
Três a quatro dias chegam para a praia, as ruínas próximas e um parque. Numa semana pode acrescentar Chichén Itzá, Tulum e Cobá sem pressas. Planeie um passeio longo por dia, caso contrário vai cansar-se com o calor e a estrada.
O que ver se tiver apenas um dia?
Comece por Chichén Itzá à hora de abertura, depois pare num cenote no regresso. À noite, passeie pelo Mercado 28 e veja um espetáculo no Coco Bongo. Assim cobre tanto a história como a cidade.
Qual é a melhor altura para ir a Cancún?
A estação seca vai de dezembro a abril, e é quando a praia é mais agradável. No verão está calor e humidade, mas os preços são mais baixos e há cenotes suficientes para todos. Em setembro e outubro são possíveis chuvas tropicais intensas, por isso tenha isso em conta.
É preciso alugar carro em Cancún?
Para a cidade e a zona hoteleira, os autocarros e os táxis são suficientes. Um carro ajuda nos percursos para El Meco, Cobá e Tulum, onde escolhe o seu próprio horário. Deixe-o num parque pago e não estacione perto das praias à noite.
Pode nadar-se nos cenotes e nos parques?
Sim, todos nadam nos cenotes Ik Kil e Hubiku, e no Xel-Há o snorkeling está incluído no bilhete. Só quem sabe nadar deve saltar da plataforma. Antes de entrar é preciso tomar duche, e em alguns locais pedem que não se aplique protetor solar.
Passeios e bilhetes em Cancun
Visitas guiadas, bilhetes sem fila e atividades — a maioria pode ser cancelada gratuitamente.
Ver ofertas em TiqetsO widget é carregado após o seu consentimento.
Em resumo: o que reservar
Se tiver três a quatro dias, fique com a praia, as ruínas próximas e um parque. Se tiver uma semana, acrescente Chichén Itzá, Cobá e Tulum. Se viajar com crianças, o Ventura Park e o Xcaret vão adequar-se melhor do que as ruínas distantes.
Reserve bilhetes para os parques e as ruínas distantes com antecedência, e deixe os mercados e a cidade para as noites livres. Assim não perde um dia numa fila.
É mais conveniente reservar bilhetes e passeios com antecedência: passeios e bilhetes na GetYourGuide. Para hotéis na zona hoteleira, consulte a Trip.com.


